RECEITAS PÚBLICAS

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RECEITAS PÚBLICAS. CONTA ÚNICA DO TESOURO NACIONAL. Aspectos Legais. Constituição Federal de 1988 Artigo n.º 164, §3 “As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central (...)” - PowerPoint PPT Presentation

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Slide sem título ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
RECEITAS PÚBLICAS
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Receita Pública
Conceito:
“É um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e permanentes oriundos da ação e de atributos inerentes à instituição, e que, integrando o patrimônio, na qualidade de elemento novo, produz-lhe acréscimos, sem contudo gerar obrigações, reservas ou reinvidicações de terceiros.” (Receita – J. Teixeira Machado)
“As receitas públicas podem ser assim genericamente definidas como qualquer recurso obtido durante um dado período financeiro, mediante o qual o sujeito público pode satisfazer as despesas públicas que estão a seu cargo”.
“É a entrada que, integrando-se ao patrimônio público sem quaisquer reservas, condições ou correspondências no passivo, vem acrescer o seu vulto, como elemento novo e positivo. (Aliomar Baleeiro)
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Modalidades de Ingresso
Ingressos Orçamentárias = estão previstas no orçamento anual onde estão destacadas as Receitas Tributárias (impostos, taxas e contribuição de melhoria).
Ingressos Extra-Orçamentárias = não estão previstas no orçamento e correspondem a fatos de natureza financeira decorrentes da própria gestão pública. São valores que entram nos cofres públicos, mas que serão restituídos em época própria, por decisão administrativa ou sentença judicial.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Modalidades de Ingresso
DDO – Depósitos de Diversas Origens (caução, depósitos judiciais,etc) são receitas públicas?
Todo ingresso orçamentário é Receita Pública?
Operações de Crédito são Receitas Públicas?
Receitas não-previstas no orçamento, são ingressos orçamentários?
Estorno de despesa é receita pública? É ingresso orçamentário?
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Tributo
Conceito:
“É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir , que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei, e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada”.
Impostos (CTN)– Obrigação pecuniária perante o Estado, independentemente da prestação de uma atividade específica, de natureza geral e indivisível, sem caráter de sanção.
Taxa (CTN)– Decorre do poder de polícia ou da utilização efetiva ou potencial de um bem ou serviço oferecido pelo Estado, de forma divisível e específica.
Contribuições (CF) – São espécies de tributo, com caráter de destinação especial ou “afetação” dessas receitas aos fins específicos.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Estágios da Receita
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Classificações da Receita:
Recursos de Outras Fontes – Exercícios Anteriores
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Classificações da Receita:
A Taxa de Iluminação Pública é receita Originária ou Derivada? E a TLP? Por quê?
Por que a TIP virou uma Contribuição?
E a substituição do IPMF pela CPMF, por que ocorreu?
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Natureza da Receita
SUBALÍNEA
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Fonte de Recursos
1
2 – Rec. Outras Fontes – Ex. Corrente
3 - Rec. Tesouro – Exerc. Anteriores
6 - Rec.Outras Fontes – Ex. Anteriores
9 – Recursos Condicionados
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Exercício Financeiro
O exercício Financeiro coincidirá com o ano civil. (art. 34 – Lei 4.320)
Pertencem ao Exercício Financeiro:
As receitas nele arrecadadas
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Ingressos na Conta Única
Receitas Administradas pela SRF :
Contabilização decendial
R$ 0,60 por documento acolhido pelo sistema
Receitas Administradas pelo INSS :
Contabilização decendial
Contabilização na data da arrecadação
Sem custos
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CONTA ÚNICA DO TESOURO NACIONAL
Lei n.º 4.320, de 17/03/1964 (Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para Elaboração e Controle dos Orçamentos e Balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal)
“Art. 56 O Recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de unidade de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.”
Decreto Lei n.º 200, de 25/02/1967 (Dispõe sobre a Organização da Administração Federal, Estabelece Diretrizes para a Reforma Administrativa)
“Art. 92 Com o objetivo de obter maior economia operacional e racionalizar a execução da programação financeira de desembolso, o Ministério da Fazenda promoverá a unificação dos recursos movimentados pelo T.N. através de sua Caixa junto ao agente financeiro da União.”
Aspectos Legais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Decreto Lei n.º 1.755, de 31/12/1979 (Dispõe sobre a arrecadação e restituição das receitas federais e dá outras providências)
”Art. 1º A arrecadação de todas as receitas da união far-se-á na forma estabelecida pelo Ministério da Fazenda, devendo o seu produto ser obrigatoriamente recolhido à conta do Tesouro Nacional”
Decreto n.º 93.872, de 23/12/1986 (Dispõe sobre a unificação dos recursos de caixa do Tesouro Nacional, atualiza e consolida a legislação pertinente)
(...)
§3º A posição líquida dos recursos do Tesouro Nacional no Banco do Brasil S.A., será depositada no Banco Central do Brasil, à ordem do Tesouro Nacional.”
CONTA ÚNICA DO TESOURO NACIONAL
Aspectos Legais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Constituição Federal de 1988
Artigo n.º 164, §3
“As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central (...)”
MP n.º 1.782, de 14.12.1998, atual MP n.º 2.170-34, de 28/06/2001 (Dispõe sobre a administracão dos recursos de caixa do Tesouro Nacional, consolida e atualiza a legislacão pertinente ao assunto e dá outras providências)
“Art. 1º Os recursos financeiros de todas as fontes de receitas da União e de suas autarquias e fundações públicas, inclusive fundos por elas administrados, serão depositados e movimentados exclusivamente por intermédio dos mecanismos da conta única do Tesouro Nacional, na forma regulamentada pelo poder Executivo.”
CONTA ÚNICA DO TESOURO NACIONAL
Aspectos Legais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Necessidade de controle centralizado dos gastos
Desorganização das Finanças Públicas
Multiplicidade de contas bancárias
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Importância do SIAFI
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
UG
Bancos
Comerciais
Agentes
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
IN STN n.º 4/04, 30/08/2004
“Art. 2º A operacionalização da Conta Única do Tesouro Nacional será efetuada por intermédio do Banco do Brasil S/A, ou, excepcionalmente, por outros agentes financeiros autorizados pelo Ministério da Fazenda.”.
Agente Financeiro
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Receitas Administradas pela SRF - DARF
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CTU – DOCUMENTOS DE OPERACIONALIZAÇÃO
Guia da Previdência Social – GPS - GP
Documento de Arrecadação de Estados/Municípios – DR
Guia do Salário Educação – GSE - GE
Guia de Recolhimento da União - GRU
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Guia de Recolhimento da União GRU
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Contribuinte
Rede
Bancária
Banco Central
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU - GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO
  
 
 
EXCEÇÃO: DARF E GPS
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Objetivos:
Atender :
Decreto nº 4.950, de 9/1/2004;
Instrução Normativa STN nº 3, de 12/2/2004.
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Lei nº 10.707, de 30.07.2003 - LDO
“Art. nº 98 - A arrecadação de todas as receitas realizadas pelos órgãos, fundos, autarquias, fundações e demais entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social, far-se-á por intermédio dos mecanismos da conta única do Tesouro Nacional, observadas as seguintes condições:
I - ..............
II - documento de recolhimento a ser instituído e regulamentado pelo Ministério da fazenda.”
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Portaria MF nº 559, de 31.10.2003 - Meta nº 4
“Elaborar projeto, em conjunto com a CCONT e em articulação com a COSIS, para implantação da Guia de Recolhimento de Receitas da União, em substituição à sistemática de depósito direto na conta única.”
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Decreto nº 4.950, de 9/1/2004
“Art. 3º Fica a STN autorizada a instituir e regulamentar o modelo de documento GRU para o recolhimento das receitas de que trata este Decreto, ...”
Instrução Normativa STN nº 3, de 12/2/2004
“ Institui e regulamenta a GRU e dá outras providências.”
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Recolhimentos da União
Situação Anterior
Depósito Direto na Conta Única do Tesouro Nacional, através de serviço específico do Banco do Brasil.
Identificação da UG/Gestão/Finalidade (14 posições) e o depositante CPF/CNPJ (14 posições).
Arquivo-retorno de forma automatizada via Serpro.
Contabilização automática no SIAFI.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Guia de Recolhimento da União - GRU
Premissas
Padronizar a arrecadação dos órgãos da administração pública federal, aumentar a transparência na classificação das receitas, efetuar um controle efetivo sobre o orçamento público e atender às necessidades de arrecadação da Unidades Gestoras do Governo Federal.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU - GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO
  
 
Utilizada para quaisquer espécies de ingressos na Conta Única, inclusive:
- devoluções de convênios;
- devoluções de diárias;
 
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU - GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Através de depósito direto;
Possibilidade de identificação de dados diversos;
Classificação por fonte e natureza de receita;
Destinação imediata de receitas compartilhadas
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
ESPÉCIES DE GRU:
Guias Extra-SIAFI
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU SIMPLES
Pagável somente no Banco do Brasil ou através de DOC/TED;
Informação completa no SIAFI;
Possibilidade de pagamento sem a guia;
Campo de referência com 17 posições numéricas livres
Geração de arquivo-retorno ( STN);
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU- SIMPLES
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Descrição do código de Barras – GR simples / Segmento 5
CAMPO
5
05-15
Valor
7
20-24
9
30-30
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Descrição do Código de Barras – GR simples / Segmento 9
CAMPO
5
05-15
Valor
Identificador dos campos obrigatórios para pagamento (FLAG)
Identifica a combinação dos campos que deverão ser preenchidos pelo agente arrecadador no momento do pagamento
9
30-34
11
40-40
12
41-44
livre
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU COBRANÇA
Utilizada quando se tem conhecimento do sujeito passivo ou responsável pelo recolhimento dos valores devidos.
Boleto de Cobrança pagável em qualquer instituição financeira;
Código de barras padrão Febraban;
Carteira 18 com distintas variações;
Geração de arquivo-retorno ( STN, Órgãos, TCU);
Inexistência de quaisquer tarifas;
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
·  GRU- COBRANÇA
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Código de Barras – Cobrança / Padrão FEBRABAN
Posição
Tamanho
Picture
Conteúdo
1-3
3
5-5
1
9
6-9
4
9
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Descrição do Código de Barras – GR Cobrança
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU – Meios de Pagamento
Guichê de Caixa;
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
II Semana de Administração Orçamentária e Financeira - 2005
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CÓDIGO DE RECOLHIMENTO
Código formado por 5 (cinco) algarismos, criado exclusivamente pela STN (>ATUCODGR) e que dependendo da abrangência poderá ter alguns campos disponíveis para atualização por parte da UG
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
ABRANGÊNCIA DO CÓDIGO DE GRU
STN: Quando todos os parâmetros para classificação e destinação do ingresso forem conhecidos pela STN. Exemplo: Receita da Contribuição do Salário Educação
GERAL: Quando algum dos parâmetros necessários à classificação e destinação do ingresso (fonte, natureza SOF,…) dependem de informações da UG.
Exemplo: Devolução de diária, receita de aluguéis,…
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CÓDIGO DE DESTINAÇÃO
Código formado por 6 (cinco) algarismos, criado exclusivamente pela STN (>ATUDESTGR), que são agrupadores de códigos de recolhimento e efetuam a destinação dos ingressos por fonte de recursos para a UG beneficiária.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
O financeiro é contabilizado inicialmente na COFIN e após o processamento da RA-Arrecadação, de acordo com o código de recolhimento, os recursos serão contabilizados na COFIN ou na UG.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Classificação
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CLASSIFICAÇÃO E CONTABILIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃO
Classificação da Arrecadação
(Natureza da Receita)
Destinação da Arrecadação
(Fonte de Recursos)
Destinação por fonte de recursos de acordo com a tabela de códigos de recolhimento
RA
Classificação
Os Recursos serão classificados na COFIN ou na UG Beneficiária de acordo com a natureza da receita.
Os recursos serão classificados e Distribuídos para as diversas fontes de recursos segundo os percentuais definidos na tabela de destinação.
RA
Destinação
GRU
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Código GRU
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS
Fonte Própria: Os ingressos destinados à fontes próprias (fonte 50,80,81,…) serão disponibilizados para as UG`s beneficiárias.
Fontes Tesouro: Os ingressos destinados à fontes do Tesouro (fonte 00,13,74,76…) serão contabilizados à conta do órgão central de programação financeira (STN/COFIN).
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU ELETRÔNICA - INTRA-SIAFI
Utilizada para pagamentos entre unidades integrantes da Conta Única do Tesouro Nacional.
Documento disponibilizado no SIAFI
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU RETIFICAÇÃO
Utilizada para corrigir equívocos ocorridos no recebimento das Guias Simples, Cobrança ou Intra SIAFI
Uso exclusivo INTRA SIAFI
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
GRU RESTITUIÇÃO
(OB de Restituição)
Utilizada para devoluções parciais ou totais de valores recebidos a maior ou em duplicidade.
Secretaria para Assuntos Fiscais
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
CRONOGRAMA
IMPRESSÃO DA GR VIA WEB/STN (Julho/2004)
GRU ELETRÔNICA - Intra SIAFI (Dezembro/2004)
GRU RETIFICAÇÃO (Abril/2005)
GRU RESTITUIÇÃO (Junho/2005)
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Secretaria para Assuntos Fiscais
1º DÍGITO
TIPO RECEITA
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Secretaria para Assuntos Fiscais
Plan1
Informo, abaixo, as transações para consulta da receitas arrecadadas por meio da GRU.
>CONRA; (CONSULTA REGISTRO DE ARRECADACAO)
>CONRAZAO - nas seguintes contas contábeis;
CONTAS PARA CONSULTA CLASSIFICAÇÃO
19351.06.02
19351.06.91
19352.06.02
19352.06.91
19352.05.01
19352.05.02
19352.05.91
19996.19.03
RECEITA REALIZADA
LIMITE DE SAQUE
GRU A CLASSIFICAR
21411.02.00
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
Secretaria para Assuntos Fiscais
19996.19.03
RECEITA REALIZADA
CONTROLE POR NÚMERO DE REFERÊNCIA
199,962,300
LIMITE DE SAQUE
GRU A CLASSIFICAR
21411.02.00
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
APLICATIVO LOCAL    
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
TRANSAÇÕES:    
CONCODBBGR – consulta código BBGR
CONGRU – consulta GRU
ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
TESOURO – PORTAL GRU    
Manual da GRU
Apresentação da GRU 
Manual de Pagamentos da GRU
Secretaria para Assuntos Fiscais
19996.19.03CONTROLE DE ARRECADACAO DE RECEITAS - GRU
RECEITA REALIZADA
LIMITE DE SAQUE
GRU A CLASSIFICAR
21264.00.00GRU A CLASSIFICAR
CONTAS PARA CONSULTA CLASSIFICAÇÃO
19351.06.02RECOLHIMENTO DE MULTA/MORA/JUROS
19351.06.03RECOLHIMENTO OUTROS ACRÉSCIMOS
19351.06.91OUTRAS DEDUCOES DO RECOLHIMENTO
CONTAS PARA CONSULTA DESTINAÇÃO
19352.06.02RECOLHIMENTO MULTA/MORA/JUROS
19352.06.91OUTRAS DEDUCOES DO RECOLHIMENTO
19352.05.02RECOLHIMENTO MULTA/MORA/JUROS
19352.05.91OUTRAS DEDUCOES DO RECOLHIMENTO
19996.19.03CONTROLE DE ARRECADACAO DE RECEITAS - GRU
RECEITA REALIZADA
CONTROLE POR NÚMERO DE REFERÊNCIA
199.962.300CONTROLE DE VALORES (NR.REFERENCIA DA GRU)
LIMITE DE SAQUE
CONTAS PARA CONSULTA RECEITAS TESOURO PELAS Ugs
19996.19.03CONTROLE DE ARRECADACAO DE RECEITAS - GRU
RECEITA REALIZADA
CONTROLE POR NÚMERO DE REFERÊNCIA
199.962.300CONTROLE DE VALORES (NR.REFERENCIA DA GRU)
LIMITE DE SAQUE
GRU A CLASSIFICAR
21264.00.00GRU A CLASSIFICAR
21411.02.00 RECOLHIMENTO BRUTO
19996.19.03CONTROLE DE ARRECADACAO DE RECEITAS - GRU
RECEITA REALIZADA
CONTROLE POR NÚMERO DE REFERÊNCIA
199.962.300CONTROLE DE VALORES (NR.REFERENCIA DA GRU)
LIMITE DE SAQUE
GRU A CLASSIFICAR
21264.00.00GRU A CLASSIFICAR
21411.02.00 RECOLHIMENTO BRUTO