Viaxe a Tarragona e Sagunt

Click here to load reader

  • date post

    30-Mar-2016
  • Category

    Documents

  • view

    239
  • download

    6

Embed Size (px)

description

Guía de viaxe a Tarragona e Sagunt, relaizada porlos alumnos de cultura clásica do IES de Melide en abril de 2010

Transcript of Viaxe a Tarragona e Sagunt

  • Viaxe a Tarragona

    e Sagunt 2010

    IES DE MELIDE

    Cultura Clsica

    Nome:

  • Ta

    ra

    on

    aP

    laH

    ot

    rg

    : n

    o d

    o

    el

  • 1IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    NDICE

    IT IN E R A R IO D E TA L LA D O ..... ....................... ...................... ...................... ................... 2 M B IL ES PA R TIC IPA N T E S..... ....................... ...................... ...................... ................... 4 H IS TO R IA .............. ...................... ...................... ....................... ...................... ................ .. 5 T A R R A G O N A ....... ...................... ...................... ........................ ...................... .................. 8 T A R R A G O N A A C T U A L ........... ........................ ...................... ...................... .................. 8 C as co A ntig o ........... ...................... ....................... ...................... ...................... .................. 8 C ated ra l .................. ...................... ....................... ...................... ....................... ........... ....... 8 O P la d a Seu ........... ...................... ....................... ...................... ....................... .................. 12 A cas a R ip oll ........... ...................... ....................... ...................... ....................... .................. 12 A Ram bla N ova ....... ...................... ...................... ....................... ...................... .................. 13

    O teatro M etrop ol........... ...................... ....................... ...................... .................. 13 A cas a B ofarull ............... ...................... ....................... ...................... .................. 13 A cas a Salas ................... ....................... ...................... ...................... ................... 14 O balc d elm ed iterrani . ....................... ...................... ...................... .................. 14

    A TA R R A C O R O M A N A ............ ....................... ...................... ...................... ................... 15 M urallas .................. ...................... ....................... ...................... ....................... ........... ....... 15 A nfiteatro ............... ...................... ....................... ...................... ...................... ............. ...... 16 C irco... ...................... ...................... ...................... ....................... ...................... ........ .......... 18 F oro ... ...................... ...................... ...................... ....................... ....................... ........ .......... 19 Teatro ...................... ...................... ....................... ...................... ...................... .......... ......... 20 Torre d os Escip ins ...................... ...................... ........................ ...................... .................. 21 A cued uto d e F erreres ................... ....................... ...................... ...................... ................... 21 M us eu N acionalA rq ueolg ic d e Tarrag ona..... ....................... ....................... .................. 22 R U TA D E PE N YA T A L LA D A E N X EL V A ..... ....................... ....................... .................. 23 V A L EN C IA ............ ....................... ...................... ...................... ...................... ................... 24 O x ard n d o Turia .... ...................... ....................... ...................... ...................... .................. 24 A L onx a d a Sed a .... ...................... ....................... ...................... ...................... ................... 25 M ercad oC entral..... ....................... ...................... ...................... ....................... .................. 24 B aos rabes ........... ...................... ....................... ...................... ...................... .................. 24 C ated ra l .................. ...................... ....................... ...................... ....................... ........... ....... 24 Torres d e Q uart ....... ...................... ...................... ....................... ...................... .................. 25 Torres d e Serrans.... ...................... ....................... ...................... ...................... ................... 28 P alau d e la G enera litat .................. ...................... ....................... ...................... .................. 30 M us eu d e LA lm oina ................... ....................... ...................... ...................... ................... 31 S A G U N T Teatro rom ano ........ ....................... ...................... ...................... ...................... ................... 32 C irco R om ano .......... ...................... ...................... ...................... ....................... .................. 34 M us eu A rqueolg ic d e Sag unt .... ...................... ........................ ...................... .................. 34 L U D ISA G U N TIN I ...................... ...................... ....................... ...................... .................. 36 A C T IV ID A D E S ..... ....................... ...................... ...................... ....................... .................. 45

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    2

    VIAXE A TARRAGONA E SAGUNT 2010ITINERARIO DETALLADO

    Domingo 18 de abril 2010: Viaxe a TarragonaSada en bus de Melide s 7.00 h. con destino a Tarragona. Comida e paradas nocamio. Noite en Tarragona, cea e aloxamento no hotel.

    Luns 19 de abril 2010. Tarragona. Almorzo s 9.30 h. e visita cidade seguindoas rutas medieval (Part Alta, catedral...) e modernista (Rambla Nova coas sacasas modernistas, Balc del Mediterrani...) e da cidade en xeral. Noite enTarragona

    Martes 20 de abril 2010: Visita Tarraco Romana.Almorzo s 8.00. Visita dos restos romanos : muralla, pretorio, circo, teatro eanfiteatro romanos. As 15.00 h visita ao MNAT: (Museu Nacional Arqueologicde Tarragona) mediante a realizacin do taller Viaxa a Tarraco. Sobre as 17.00h. sada cara Valencia. Noite en Valencia, cea e aloxamento no hotel

    Mrcores 21 de abril de 2010: Ruta de sendeirismo en XelvaAlmorzo s 8.30 h. Desprazamento ata Xelva, a 80 km de Valencia, para facerunha ruta de sendeirismo cun percorrido de 12 km por pistas forestais e sendeirospara ver o impresionante acueduto de Penya Tallada. Despois da ruta, de 4. h. deduracin, regreso a Valencia, cea e aloxamento no hotel.

    Xoves 22 de abril de 2010: Participacin nos Ludi SaguntiniAlmorzo s 8.30 h. Desprazamento a Sagunt para pasar un da de ambientefestivo nas ras. Pola ma, participacin nos talleres de cultura clsica: as10.30 taller de escritura e as 12.30 taller sobre cmputo do tempo. Percorridopor Sagunt, visitando o Castelo e museo arqueolxico, La Judera...Regreso aValencia e visita cidade: Torres de Quart y Serranos, xardns e parques, conxuntocatedralicio, Lonja de la Seda, Mercado central...

    Venres 23 de abril de 2010: Participacin nos Ludi SaguntiniAlmorzo s 9.00 h. Desprazamento a Sagunt. s 12.00 h asistencia representa-cin do Miles Gloriosus de Plauto (comedia en latn) no teatro romano de Sagunt,a poder ser vestidos de romanos/as e participando como o fara o pblico dapoca. A medio da regreso a Valencia. Continuacin da visita cidade. As 18.15h.visita guiada ao Museo Arqueolgico de LAlmoina. Cea e aloxamento no ho-tel.

  • 3IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    Sbado 24 de abril de 2010. Cidade das Artes e das ciencias.Almorzo s 8.30 h coa equipaxe xa recollida. Visita a la Cidad de les Arts i de lesCincies a partir das 10.00 h., con entrada para todas as sas dependencia. Sadacara Melide a partir das 18.00. Noite no bus, chegada a Melide o domingo 25 polama, arredor das 9.00 h.

    AloxamentosTarragona: (Noites do domingo 18 e luns 19 de abril).Hotel Sb Express Tarragona 3***, Plaa Corts Catalanes, 4, 43005 Tarragona,Tel.977 22 10 50, http://www.hotelexpresstarragona.com

    Valencia: (Noites do 20, 21, 22 e 23 de abril)ALBERGUE JUVENIL DE VALENCIA, Balmes 17, 46001, tlf 96 392 51 00,www.alberguedevalencia.com

    Organiza: VIAJES EMBAJADOR, Praza de Ourense n2 - CP:15004 - A Corua |Tlf: 981210480 | Fax: 981228199 | www.viajesembajador.com

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    4

    PARTICIPANTES Curso MBIL

    1. Agra Varela, Blas S4A 650301322

    2. lvarez Cebreiro, Alberto S3A 687835248

    3. Barreiro Vzquez, Jessica S3A 663451660

    4. Cabo Salgado, ngel S3A 647194843

    5. Fisteus Sesto, Tania S3A 622665661

    6. Laya Pereiro, Pablo S4A 687683251

    7. Laya Snchez, Xcome S4A 659006488

    8. Mosteiro Varela, Javier S3D 667847182

    9. Mourio Lpez, Diego S3C 607088787

    10. Nez Adn, Noelia S3A 699556249

    11. Parrado Lpez, Iris S3C 677318091

    12. Prez Taboada, Tamara S3PDC 616798764

    13. Rodrguez Garca, Iraia S3A 607787573

    14. Varela Expsito, Uxa S3A 646411218

    15. Veiga Seijo, Beln S3A 666664111

    16. Vilario Tarro, Pablo S3A 663538009

    17. Losada Soto, Susana prof. 637763560

    18. Rodrguez iguez, Gloria prof. 637763560

    TELFONO MBIL DO INSTITUTO 637763560

  • 5IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    HISTORIA

    No ano 219 a. C. os cartaxinesesbaixo o mando de Anbal asediana cidade ibera de Arse (Saguntum).Esta cidade, prxima a basecartaxinesa de Cartago Nova (ac-tual Cartagena), constitua unpunto estratxico no comercio poloMediterrneo e era unha prsperacidade comercial. A negativa deaxuda dos pobos vecios, que vancoma un perigo o crecente poderode Arse, e neglixencia e tardanza da Repblica Romana provocaron a cadada cidade despois de oito meses de asedio e dunha heroica resistencia dosseus habitantes. Esta vitoria supuxo o comezo da II Guerra Pnica, xa queproporcionou os medios necesarios a Anbal para marchar contra Roma.

    No 218 a. C. os romanoschegan a pennsula Ibricapara combater aos seus peo-res inimigos, os cartaxineses,desembarcando na coloniagrega de Emporion (actualEmpries) para intentar cor-tar a retagarda do exrcito deAnbal, que se dirixir a Italiacruzando os Alpes. O exrcitoromano conquista oasentamento Ibrico de Cesse,

    que serva para abastecemento do exrcito cartaxins e instalan un campa-mento ao lado deste poboado para asegurar o territorio. Deste xeitoprodcese o nacemento de Tarraco, que se converter na principal base deoperacins do exrcito romano, dirixido por Publio Cornelio Escipin oAfricano.

    No ano 212 a. C. a cidade de Arse recuperada polos romanos baixo onome de Saguntum, pasando a ser administrada coma municipium. Os

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    6

    romanos construron un circo na parte baixa da cidade e un teatro.

    No 209 a. C os romanos conquistan Cartago Nova e expulsan aoscartaxineses da pennsula e continan a sa expansin por Iberia. Tarracoconstituir una importante base deabastecemento e campamento deinverno durante as guerras contraos celtberos.

    No a. 197 a. C. as rexins conquis-tadas polos romanos reprtense nasprovincias de Hispania Citerior eHispania Ulterior, sendo asprincipais cidades da Hispania Cite-rior Cartago Nova e Tarraco. Du-rante o s. II a. C. Roma conquistagran parte do territorio da penn-sula ibrica.

    No a. 45 a. C. Tarraco recibe o ttulo de Colonia de Dereito Romano, omximo que poda recibir unha cidade romana. Tras a guerra civil (36-30 a.

    C.), Augusto reorganiza as provin-cias de Hispania, practicamenteconquistada, e establece tres pro-vincias: a Baetica con capital enCorduba, a Lusitania con capitalen Emerita Augusta e aTarraconensis, con capital enTarraco (Tarragona) e que ocupa-ba dos terzos da pennsula ibrica.

    Durante os s. I-II d. C. a cidade deTarraco tivo o seu mximo esplen-dor, sendo construdos o circo, o

    anfiteatro, o foro provincial e a maiora dos monumentos romanos. Nestamesma poca tamn tivo o seu esplendor a cidade de Saguntum coaconstrucin do teatro, novas vas e calzadas, pontes, acuedutos eembelecemento do foro.

  • 7IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    A finais do s. II d. C. comezaron as dificultades econmicas para Tarraco acausa da falta de financiamento e das loitas internas no Imperio romano.O cristianismo chega a Tarraconense no s. III d. C. co martirio de SanFructuoso (primeiro bispo coecido de Tarragona) e dos seus dous diconosS. Auguri e S. Eulogi.

    Na 2 metade S. III d. C. os alamns, pobo xermnico, fan acto de presenciae atacan a cidade de Tarraco e a sa contorna facndose clara e evidente adecadencia, iniciada anos atrs. No 476 d. C.. Eurico, rei visigodo apodrasede Tarraco.S. V-VI Tarraco, a pesar de ser sede episcopal e dun comes (conde), perdepeso especfico a favor, abrigo, de Barcino (actual Barcelona). A cidade que-da reducida ao que agora coecemos como a Part Alta.

    716 d. C. por mor da prxima presencia das tropas musulms o bispo Prs-pero foxe a Italia coas reliquias e os libros litrxicos do seu bispado. Tarracodeixa de existir como cidade. Terase que esperar reconquista cristi, nosculo XII por Ramn Berenguer III, para poder ver renacer Tarragonacomo cidade.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    8

    TARRAGONA

    TARRAGONA ACTUAL

    CASCO ANTIGOO Casco Antigo est na par-te alta da cidade,construdo sobre o antigoFrum Provincial deTarraco. Est rodeado polamuralla romana, da que seconserva ao redor de 1 kme unha porta adoveladaorixinal. O Casco Antigo,coecido popularmentecomo Part Alta, hoxe enda una das zonas mis vi-sitadas tanto por turistascomo por autctonos

    grazas oferta gastronmica e de lecer que esta ofrece.

    CATEDRAL

    A Catedral de Santa Mara, construda no estilo gtico tempern, atpase situa-da na parte mis alta de Tarragona, sobre un lugar que xa ocuparon conanterioridade un templo dedicado ao culto imperial romano (o templo de Au-gusto), unha catedral visigtica e unha mesquita rabe.A sa construcin comezou no s. XII, polo que un templo de transicin doromnico ao gtico. Como era habitual na construcin de catedrais, as obrascontinuaron entre os s. XIV e XVIII polo que podemos apreciar estilo gtico,renacentista e barroco nas dependencias do claustro e nas capelas interiores.Nun principio a catedral, adicada a Sta Tegra, patroa de Tartragona, concibiusecoma un edificio defensivo xa que a cidade de Tarragona, tras a sa reconquistano s. XII, converteuse nun territorio fronteirizo cos reinos islmicos. Ao mesmotempo o edificio deba acoller ao novo arcebispo vido de Avin, Bernat Tort, eaos monxes que acompaaban, polo que deba dotarse das dependencias nece-sarias arredor do claustro: dormitorio, refectorio, bodega, cocia... A finais do s.XII cmbiase o plan de decdese dotar a catedral dunha estrutura maior forma-da por tres naves.

  • 9IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    Porta principalA portada, de estilo gtico, con arcosapuntados, presenta esculturas dosapstolos, situadas nas xambas, en-tre as que destacan san Pedro, sanAndrs e santo Tom situados nobancal da parte dereita da porta.Pero a gran escultura da porta aVirxe do mainel (columna que divi-de o arco), que no seu pedestal tenrepresentadas escenas da Xnese coacreacin de Adan e Eva e o Pecadoorixinal. Estas esculturas son obra domestre Bartomeu (s. XIII)No tmpano represntase o Xuzo Fi-nal, presidido por Cristo con dousanxos portadores dos atributos daPaixn. Na parte interior do templo que corresponde ao tmpano estn repre-sentadas a Virxe entre san Paulo e santa Tegra con dous anxos portando cirios.

    Nave centralConsta de planta basilical de cruz latinacon tres naves e cruceiro ben definido. Acabeceira contn tres bsidas, das quesobresae a central con tres xanelas no saparte inferior e sete na superior de formaapuntada.As naves estn cubertas con bvedas decrucera con nervios sostidos por alicercescruciformes con columnas encostadas porparellas. Os seus capiteis estn decoradoscon motivos da arte hispano-musulmn.O ciborio octogonal construdo a metadedo sculo XIII con bveda de crucera.No presbiterio e a bsida central destacaun pavimento da poca romnica, forma-do por placas de pedra e mrmore de di-versas cores formando uns debuxosxeomtricos, en opus sectileNa nave central tamn se pode apreciar o

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    10

    Detalles do retablo de Santa Tegra

    coro feito no s. XVI con madeira de carballo e un rgano do mesmo sculo.Nun muro lateral dereito do presbiterio, a tumba do arcebispo Joan de Arag,fillo de Jaume II. Trtase dun sarcfago onde resalta a figura xacente, de granrealismo e perfeccinA nave central est rodeada de capelas de diferentes pocas e estilos.

    Capela maiorO presbiterio atpase presidido por unretablo gtico, unha das xoias da es-cultura gtica catal, construdo enalabastro policromado, consta de trespartes:- O zcalo: cunha decoracin de moti-vos vexetais con figuras humanas e deanimais podndose ver tamn os es-cudos dos arcebispos Dalmau de Mure Pere Sagarriga- A parte inferior do retablo (pedrela)consta seis escenas historiadas sobrea vida e martirio de santa Tegra:Empzase a narracin pola predicacinde san Paulo rodeado de personaxesentre eles Tegra; a escena seguinte omartirio do lume que non ataca san-ta e si aos seus verdugos; a seguintemostra cando foi arroxada aos lens;pasada a parte central aprciase san-ta mergullada en auga e rodeadas porserpes; no seguinte relevo vese comoao ser arrastrada polos bois rompenas cordas e queda libre e na ltima es-cena est representada a invencin dasreliquias.- A parte central contn doce relevosdivididos en tres niveles e presididospolas imaxes en tamao maior da Virxecon Neno no centro e nos laterais polasimaxes de santa Tegra e con san Paulo.No primeiro nivel hai escenas dedica-das Virxe: a Anunciacin, a

  • 11

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    Natividade, a Epifana e a Presentacin ao Templo; no segundo nivel os miste-rios de dor, a Santa Cea, a Flaxelacin, o camio do Calvario e a Crucifixin; noterceiro nivel presntase os misterios de gloria, a Resurreccin, a Ascensin, oPentecosts e a Coroacin.

    A ara do altar de estilo romnico arcaizante dunha soa peza sobre columnas.Presenta un frontal de mrmore con relevos que represen san Paulo sentadobendicindo a santa Tegra.

    O ClaustroO Claustro de planta cuadrangular. Os arcos de medio punto, sostidos porcolumnas xemelgas, agrpanse detres en tres baixo arcos de descargaapuntados. A escultura do Claustro un dos conxuntos mis destacablesdo romnico cataln e de finais dosculo XII e principios do XIII. Os re-levos concntranse en capiteis, entreos que destaca a procesin das ra-tas. Un dos mellores conxuntosofrceo a porta de comunicacin en-tre a Catedral e o Claustro, daprimeira metade do sculo XIII. Obra-da toda en mrmore, o tmpanomostra o Cristo en Maxestade rodeado polos smbolos do catro evanxelistas (otetramorfos). Entre as capelas gticas abertas ao Claustro destaca a de CorpusChristi (1330), con interesantes estatuas de pedra e vidreiras.

    Capela de Sta TegraNo interior do xardn da catedral atpase a Capela deSanta Tecla la Vella, construda no sculo XIII e de estilode transicin do romnico ao gtico. No seu interiorest a tumba de Bernat de Olivella, bispo de Tarragonamorto no ano 1287.O sarcfago, sen decoracin, repousa sobre uns ps enforma de len e sen inscricin. Sobre el est figura dobispo xacente, realizada polo mestre Bartomeu (autordos apstolos na fachada da catedral). O seu rostro pre-senta unha fisionoma xuvenil cun sorriso, querendoexpresar unha morte santa.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    12

    O PLA DA SEU

    un dos espazos onde se conserva mellor o am-biente medieval da cidade. Presidido pola Cate-dral, hai unha serie de casarns gticos, entre ascales destaca a antiga vigaira e a Casa Balcells,bastante ben conservada. Consta dun gran patiocentral con harmoniosos arcos e vigas que locenparcialmente a policroma orixinal, ao redor docal artllanse as habitacins do servizo domsti-co, as adegas, os cortellos, a cisterna e outros cuar-tos. Unha escaleira de tres tramos leva at a gale-ra porticada do piso principal, onde destaca agran sala de recepcin. Moi preto, no ltimo tra-mo da ra Major, destacan a casa do abade dePoblet, o edificio do Antigo Concello, cun notablepatio e piso principal, e os soportais da raMerceria, do sculo XIV.

    A CASA RIPOLL

    No n 15 do Passeig de Sant Antoniatpase esta casa, obra do arquitectoJosep Maria Pujol i de Barber en 1913.Pujol situou a casa nun miradoiro na-tural da cidade, mirando ao mar, quelembra un castelo de conto. Esta era acasa de veraneo da familia Ripoll, queviva en Barcelona. O edificio orixinalera moito maior que o actual e sufriucambios en 1970. Ao conxunto non llefaltou a casa do servizo, un campo detenis, os hortos, as carbalizas, o espazopara as carruaxes... A vella mansin contina desprendendo moita forza plsti-ca: hai que observar os distintos tipos de xanelas do primeiro edificio. O edificioda parte oposta (en direccin muralla) conserva, na fachada que mira ao mar,partes orixinais como unha tribuna, un remate curvilneo traballado contrencads (especie de mosaico realizado con fragmentos cermicos irregularesunidos con morteiro tpico da arquitectura modernista) e unha cpula poligonalacabada tamn con trencads de diversas cores.

  • 13

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    A RAMBLA NOVA

    O Teatro MetropolSituado no n 46 desta ra foiconstrudo por Josep Maria Jujol en1908, adaptando as instalacins daescola do Padroado do Obreiro atconvertelas nun teatro construdocuns criterios decorativos e simbli-cos pouco habituais. Entre o espazoque salvaba os desniveis entre dasras colocou a platea, a boca do esce-nario e dous pisos superiores de bu-tacas. O esqueleto do edificio era paraJujol un barco que conduca a todos os fieis do seu interior, os espectadores, caraaos mares da salvacin. Por iso no interior hai unha serie de elementos quelembran ao visitante esta idea: varandas traballadas como as dos barcos,pasamns que son agullas de tecer redes, dedicatorias Virxe; nas escaleiras,peces e unha quilla de barco que nos sita no fondo do mar. Jujol podase permi-tir o luxo de romper calquera esquema. Tanto no interior como no exterioratopamos xanelas, cores e espazos que distan da esttica normativa dun teatro;de feito, aplicando a sa linguaxe plstica o artista anticipbase unhas dcadasao uso de linguaxes que resultaran tan innovadores como cando construu oseu particular barco en forma de teatro.

    A Casa BofarullNo n 37 atpase esta casa devivendas que Josep Maria Pujol i deBarber ideou para as irms Bofarullen 1920. En ambas as das fachadasaplicronse unha serie de recursosornamentais moi usuais noutros edi-ficios particulares da cidade: casasque preferan das fachadas, articu-ladas como unha bisagra, nesta oca-sin finas faixas verticais colgan decrculos que embelecen balcns, tri-bunas, follas e flores repartidas polasvarandas de ferro e xanelas.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    14

    A Casa SalasO arquitecto tarraconense Ramon Sa-las i Ricom erixiu a sa propia casaen 1907 no n 25 botando man de ele-mentos modernistas, coma o debuxode elementos historicistas. A casa, deplanta baixa e tres alturas, esquineira:ten perpiaos almofadados tallados demaneira que proporcionan un volumeespecial aos dous muros. Unha tribu-na esquineira separa e une o ngulodas paredes e, vez, indica cal era opiso principal do edificio. A medida queos pisos adquiran altura, as sas vents e os seus molduras diminuan e cam-biaban de presentacin. O cerramento da fachada resulta mis imaxinativograzas aos pinculos que rompen a sa horizontalidade.

    O Balc del MediterraniMiradoiro situado sobre un cantil ao bordo do mar, ao final da Rambla Nova.Est bordeado por unha antiga varanda de ferro forxada por Joan Miquel Guinart,no inicio do sculo XX. Desde el pdese contemplar parte da cidade, o porto, aestacin, o anfiteatro, a praia e A Punta do Milagre desde unha altura de 40metros, ademais dunha magnfica panormica do mar, sobre cuxo horizontenos das claros, pdese apreciar a curvatura da Terra. A Punta do Milagre tamn o escenario onde se celebra cada ano no mes de xullo, durante seis noites,o famoso Concurso Internacional de Castelos de Fogos artificiais de Tarragona

  • 15

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    TARRACO ROMANA

    MURALLAS

    A Muralla de Tarragona uncerco militar de orixe roma-na que rodea o casco antigoda cidade de Tarragona. amuralla romana mis antigado Imperio romanoconstruda fora de Italia For-ma parte doConxuntoarqueolxico de Tarraco,declarado Patrimonio daHumanidade no ano 2.000 a construcin mis antigada Tarraco romana. Nunprimeiro momentotratbase dunha simple cer-

    ca de madeira que tia como misin protexer a guarnicin militar.A muralla romana construuse a principios do sculo II a. C., sufrindo unhaampliacin ao.longo deste mesmo sculo, seguramente durante a formacin dacidade romana de Tarraco. Desta poca consrvanse tres torres orixinais: a To-rre do Arquebisbe, a Torre do Cabiscol e a Torrede Minerva, coa escultura desta deusa (Ateneagrega), que a escultura romana mis antiga napennsula.No 217 e o 197 a. C. foi ampliada e fortalecida cunfrontal de pedra de 6 metros e uns 4,5 metros degrosor. con torres nos puntos dbiles. Tia unhalonxitude cara ao sculo III a. C. duns 4 km. Contodo, na actualidade s se conserva ao redor de 1km e unha porta adovelada orixinal.Despois da invasin islmica Tarraco sufriu undespoboamento paulatino e non foi at a ocupa-cin de Ramn Berenguer IV, no sculo XII que amuralla non foi reutilizada e reparada. Da pocamoderna e contempornea cocense, diversasmodificacins e reparacins, sendo modificadadurante a ocupacin napolenica.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    16

    ANFITEATRO

    O Anfiteatro , sen dbida, un dos edificios de espectculos mis xenuinamenteromano. De planta ovalada serva de escenario s loitas de gladiadores (nume-ra) e s simulacins de caza de animais salvaxes (venationes). En determinadoscasos tamn se facan simulacins de combates navais (naumachiae) alagando aarea de grandes cantidades de auga. Evidentemente eran uns espectculos, ouxogos, moi violentos e considerbanse unha das principais atraccins da poca.Atpase fra do recinto amurallado, ao p do cerro onde se levantaba a cidade exunto ao mar. Esta situacin permita aproveitar a pendente natural paraconstrur parte da bancada, que est parcialmente escavada na rocha, mentresque o resto das gradas erguronse sobre bvedas. Combinouse o uso de formign(opus caementicium) e o de grandes perpiaos de pedra (opus quadratum).Foi construdo a inicios do sculo II d.C. nun lugar onde exista unha pequenanecrpole. Era un edificio de planta ovalada cunhas dimensins mximas de109,5 por 86,5 metros cunha capacidade aproximada de 14.000 espectadores. Abancada (cavea) estaba dividida en tres partes, feito que posibilitaba a distribu-cin do pblico segundo o seu status social. A area tia unhas dimensins de61,5 e 38,5 metros. Estaba separado da cavea por un podio de 3,25 metros dealtura, que tia un dobre muro para protexer os espectadores de posibles saltosdas feras.Debaixo da area onde se celebraba o espectculo haba das grandes fosas que acruzaban lonxitudinal e transversalmente. Nestes sotos achbanse uns monta-cargas que, mediante un sistema de poleas e contrapesos accionados por tornos,elevaban as gaiolas coas feras, os gladiadores ou diversos elementosescenogrficos dos xogos. Nas fosas ou sotos tamn haba zonas de descanso e

  • 17

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    de culto.Nunha destas haba un pequeno santuario ou capela dedicada deusaNmese, divindade protectora dos gladiadores, e de onde se puido recuperar uninteresante fresco que est no MNAT.A inicios do sculo III d. C., foi obxecto dunha intensa reforma. En este momento cando se coloca, na parte superior do podio, unha monumental inscricindedicada a Heliogbalo, emperador baixo o cal se realizou esta reforma.No entanto, o feito mis importante polo futuro deste edificio pasou o 21 dexaneiro do ano 259, cando na area foron queimados vivos o bispo santo Fructuo-so e os diconos S. Auguri e S. Eulogi, os primeiros mrtires de Tarragona.Durante o sculo V, e como consecuencia da poltica relixiosa dos primeirosemperadores cristins, o anfiteatro foi perdendo as sas funcins orixinarias.Un sculo despois aproveitronse as sas pedras, sobre todo os perpiaos dabancada, para construr unha baslica cristi de tres naves que conmemorou olugar do martirio do tres santos da Igrexa tarraconense. Ao redor do temploconstruuse un cemiterio con tumbas escavadas na area e mausoleos funerariosencostados igrexa.A invasin islmica abriu un perodo de abandono do conxunto ata que, nosculo XII, erixiuse sobre os cimentos da baslica visigtica un novo templobaixo a advocacin de la Mare de deu del Miracle. De estilo romnico e planta decruz latina, unha soa nave e unha bsida cuadrangular. A inicios do sculo XIX,leste foi convertido en penal, funcin que mantivo at 1915 en que se demoleu.Unha serie de actuacins realizadas posteriormente, demolicin do penal, de-rribo da igrexa romnica, restauracin e reconstrucin da cavea, etc, deron aoanfiteatro de Tarragona o aspecto que hoxe en da podemos observar.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    18

    CIRCO

    Tia unha capacidade de 25.000 persoas.A sa forma arquitectnica alongadacon remate circular nun dos lados. Mideuns 325 metros de longo e uns 115 deancho.Est construdo con bvedas estruturaisque facan a funcin de bancada, conperpiaos no podium, as escaleiras e afachada.

    As partes do circo son as seguintes:- Podium (escenario)- Carceres (estancias con sadas cara area usadas polos carros)- Spina (divisin lonxitudinal con mrmore e mosaicos da area)- Porta Triumphalis (porta principal)- Porta Livitensis (porta para a sada dos feridos)- Pulvinar (tribuna presidencial)- Caveae (fileiras de asentos)O circo construuse no s. I d. C., sendo emperador Domiciano, moi preto doForum Provincial de Tarraco para impulsar a transformacin urbanstica dacidade.Nel se celebraban xogos teatrais e os ludi circenses: carreiras de cuadriga (ca-rros tirados con catro cabalos) e bigas (con dous cabalos) conducidos polosaurigas. A organizacin dos xogos era asumida fundamentalmente polos sacer-dotes encargados do culto imperial. A sa localizacin urbana permita clausu-rar moitas cerimonias imperiais coas carreiras de carros.O circo mantvose en uso at mediados do sculo V, momento en que a area e asbvedas perimetrais foron transformadas en novos espazos residenciais (debi-do ao recollemento da cidade na parte alta). No s. VI o bispo de Tarragona pro-hibe os espectculos circenses. No ano 1128 o recinto coecido como O Currale utilzase como sede de Feiras e transaccins comerciais. Durante as seguintespocas foise construndo encima da estrutura orixinal at incrustarse no mesmocentro urbano de Tarragona, o que curiosamente facilitou que sexa probable-mente o mellor conservado do mundo.Consrvase e visitable a parte da cabeceira oriental, onde se sita a PortaTriumphalis e boa parte da bancada. No carrer del Trinquet Vell e na plaa delsSedassos pdense ver o sistema de galeras e as voltas que aguantaban a banca-da superior. Estas voltas teen unha gran dimensin conservada penetrando enmoitos casos nas entraas do casco antigo.

  • 19

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    FORO

    O Foro Provincial de Tarraco era unconxunto monumental inmenso (18ha), constitudo por das grandesprazas porticadas que albergaban osprincipais edificios administrativos,relixiosos e culturais da cidade.Foi construdo polos romanos no ano73 d.C., baixo o mandato do empera-dor Vespasiano. O uso mantvose ata metade do sculo V, pasandodespois a converterse en vivendas privadas os edificios que rodeaban a praza. Apartir do sculo XII urbanizouse o interior da praza e definiuse un trazo de rasque se mantivo at a actualidade, conformando boa parte do barrio medieval deTarragona.Das voltas que rodeaban praza de representacin, consrvanse varios tramos,como o que enlaza coa torre do pretorio ou o coecido como Volta del Pallol.O foro constaba dunha praza dedicada ao culto e outra mis grande de repre-sentacin, mis o recinto inferioronde se atopaba o circo.- A praza de culto presida a sede doconcilium, estaba situada na zonamis alta da cidade, hoxe ocupadapola Catedral, a praza da Catedral eoutros edificios. Tratbase dunhaimpresionante praza de 153 m. por136 m.. Rodeada por un muro de 9 m.de alto que sostia a cuberta dunprtico con columnas, duns 11 m. deancho, que rodeaba toda a praza. Nomarco desta praza porticadaatopbase o gran templo de Augus-to, do que se coecen as sas impresionantes proporcins (as columnas medianun 13,5 m. de alto), pero non a sa exacta localizacin.- A praza de representacin estaba colocada nunha terraza mis baixa dazona de culto, conectada a esta por unha gran escalinata, que coincide coasactuais escaleiras de en fronte da Catedral. Era o lugar desde onde se xestionabatoda a provincia romana. Nela achbanse espazos tan importantes a nivel ad-ministrativo como o tabularium (arquivo provincial) ou a arca (caixa do Esta-

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    20

    do), onde se custodiaba a recadacin fiscal de todas as cidades da Tarraconensis.Tres dos catro lados da praza estaban delimitados por un podio elevado cubertopor un prtico e unha serie de galeras situadas a diferentes niveis.Anda se conserva unha parte importante no interior de casas do caso antigo een diversas prazas (Plaa do Pallol, do Frum, do Rei, etc) e ras (CarrerCivaderia, Santa Anna, etc).A praza meda 175 m. de ancho por 318 m. de longo, sendo as a praza misgrande xamais construda polo Imperio romano. Estaba conectada co circo me-diante das torres: o Pretorio e a Antiga Audiencia.

    TEATRO

    O Teatro est situado nos arredoresdo complexo do foro da colonia. Foiconstrudo en poca de Augusto afinais do sculo I a.c., como resulta-do da monumentalizacin doForum da Colonia, e era un dos edi-ficios mis emblemticos deTarraco.O edificio utilizouse at finais dosculo II, data na que se abandonouo seu uso. No sculo III, despois dunincendio no recinto, na zona mo-numental anexa ao teatro fixronse novos edificios usando os materiais do tea-tro.Para a sa construcin aproveitouse a pendente natural do terreo, construndosesobre ela unha parte da bancada e o resto sobre bvedas.A pesares do mal estado actual o conserva as partes esenciais dun teatro roma-no: scaena, cavea e orchestra- Scaena (escena) era o lugar destinado s representacins teatrais, e compasedunha plataforma elevada sobre un podium decorado con exedra (asentos pe-gados a un muro). Na parte posterior da escena deseouse unha praza conxardns para o acceso dos espectadores ao Teatro, e no seu centro exista un granestanque con estatuas sobre pedestais no seu interior.O escenario (proscaenium) estaba pechado por unha fachada monumental de-corada (frons scaenae).- Orchestra un semicrculo situado diante da escena, onde se colocaba o coro.Ao ir perdendo importancia o coro no teatro romano, o tamao da escena foidiminundo.

  • 21

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    - Cavea (bancada): conserva unicamente as cinco primeiras filas da bancada aoredor da orquestra e das das tres escaleiras radiais que articulaban a bancada.Os espectadores distribuanse na bancada por orde censatario e social.Nas distintas escavacins realizadas no teatro e a sa contorna achronse im-portantes restos arqueolxicos, como capiteis, frisos, columnas, esculturas etc.

    TORRE DOS ESCIPINS

    A Torre dels Escipins unha torre funeraria construdapolos romanos nos arredores de Tarraco, a mediadosdo sculo I d.C, a seis quilmetros da cidade, no traza-do da Va Augusta, a calzada romana que atravesabatoda a Pennsula dende os Pirineos at Gades, (Cdiz),e un dos monumentos funerarios da poca romanaque anda se conservan mis importantes de toda apennsula ibrica.Consta dunha torre con tres plantas superpostas enforma decrecente. Est construda con perpiaos rec-tangulares. No corpo intermedio hai dous relevos querepresentan ao deus de Frixia Atis divindade da mortee a resurreccin, e ademais no mesmo nivel atpaseunha cmara funeraria que acubillaba o enxoval dodefunto. Mide na sa base 4,40 x 4,70 m..O seu nome provn dun erro na identificacin dos dous relevos do deus Atis quedurante anos se identificaron como os dos irmns Escipin.

    ACUEDUTO DE FERRERES

    Coecido como Pont del Diable ou Acueduto de lesFerreres est situado a 4km ao norte da cidade. Foiconstrudo no sculo I a.C. polos romanos para levarauga do ro Francol cara cidade de Tarraco. Utilizouseat ben entrado o sculo XVIII.Mide 217 metros de longo e 27 metros de altura mxi-ma.. Presenta dous pisos de arcadas superpostas, con11 arcos no piso inferior e 25 no superior, cunha alturamxima de 27 m e unha lonxitude de 217 m e foiconstrudo a base de perpiaos unidos en seco.Conservouse parcialmente o revestimento orixinal dacanle (specus) por onde circulaba a auga.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    22

    MUSEU NACIONAL ARQUEOLGIC DE TARRAGONA (MNAT)

    O actual Museu Nacional Arqueolgic de Tarragona formouse durante a primeirametade do sculo XIX, sendo, por tanto, o mis antigode Catalunya na sa especialidade.

    O MNAT alberga nas sas 10 salas pezas relaciona-das co pasado romano da cidade. Nel podemos obser-var importantes coleccins:

    - Restos da muralla e outros edificios da cidade.- Epigrafa latina en aras e estelas.- Restos das Necrpoles prximas a Tarraco.- Numismtica (moedas)- Bronces (destaca o lampadario El Negret)- Esculturas procedentes do foro e outros edificios ro-manos.- Cermica (destacando as coleccin de terra sigillata)- Vidro- Mosaicos (destacando a cabeza da Medusa)

  • 23

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    RUTA DE PENYA TALLADA EN XELVA

    Duracin: 5 h.Distancia: 15 km. aprox.Dificultade: media-baixaNecestase: calzado de montaa(ou tenis de sola grosa), viseira,auga, comida e crema protectora(levar mochila, se posible)

    Esta ruta de sendeirismopermitiranos coecer o acuedutoromano de Penya Tallada, cerca deXelva (a 80 km. de Valencia), quelevada auga do ro Tujar paraabastecer de auga a cidade deSagunt. O acueduto, do s. I d. C.,conserva 28,6 km e est conside-rado entre os catro mis importan-tes da pennsula.No acueduto de Pena Cortada co-existen dous tipos, o de acuedutoponte e o de acueduto viaduto.O acueduto ponte est construdopara salvar o desnivel da ramblade Alcotas e o barranco da Covado Gato. Consta de tres arcosconstrudos en opus quadratumTen 18 m. de altura e 36. delonxitude. A canle pola que a a auga(specus) ten un ancho de 2,60 m.Esta canle contina por un impre-sionante corte vertical na rocha, de25 m. de altura e 50 m. de lonxitude,de onde ven o nome de Penya Ta-lladaA auga continuaba por un tramolibre de 100 m de lonxitude,escavado na rocha, e segua porgaleras tamn talladas na rocha, con cuberta abovedada.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    24

    VALENCIA

    Valencia, coecida tamn como acidade das flores, conta con numero-sos parques e zonas axardinadas, comao Xardn Botnico, o Parque do Oeste,os Xardns do Real (mis coecidoscomo Jardines de Viveros) e o Xardndo Turia (comunmente chamado o Ro)O 90% dos viarios da cidade dispn dezonas axardinadas, e rbores en maiorou menor medida. Valencia combina oconceptos de cidade e verxel, xa que foiconcibida polos romanos como lugarde descanso, e posteriormente os musulmns construron multitude de xardns.

    O XARDN DO TURIASituado na antiga canle do ro do mesmo nome. Cando este ro desviouse do seucurso, reutilizouse o seu espazo como zona ldica de mis de 6,5 km de longo.Divdese en varias partes:

    - O Parque de Cabecera (en valenciano Parc de Capalera), atpase na cabeceirada antiga canle do ro Turia, no mesmo linde co municipio vecio de Mislata. Noseu interior atopamos un lago artificial navegable, grandes extensins de xardns,xogos infants e o Bioparc, o novo zoo de Valencia baseado no concepto de zoo-inmersin. As antigas instalacins do zoo, que se atopaban nos Jardines de Vi-veros, pecharon as sas portas o 31 de xullo de 2007, tras 42 anos funcionandonunha localizacin provisional.

    - Vetges-tu, este tramo adquire esa de-nominacin do estudo de arquitecturaVetges-tu i Mediterrnia que seencargou do seu deseo a principiosdos 80. de estilo vangardista, e xuntoaos xardns e pasarelas inclese unhasimblica fonte en forma de teteira, emesmo un edificio que aloxa un retnda polica local.- O Parque Gulliver, parque infantil queemula unha xigantesca figura deitada

  • 25

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    do mtico Gulliver, cuxas roupas, cabelos, etc. forman grandes tobogns. A idea que os nenos simulan aos habitantes de Lilliput que apresaron ao home nanovela de Jonathan Swift.- A Cidade das Artes e das Ciencias, case chegando sa desembocadura nobarrio de Natzaret, atopmonos cunha verdadeira cidade de ciencias e artes, uncomplexo futurista no que se inclen e fusionan os mis diversas artes e praceres.Xunto a paseos e estanques, podemos atopar museos, exposicins, unha gransala de cinema IMAX, representacins, etc.

    A LONXA DA SEDA

    A Llotja de la Seda, Llotja de Valnciao Llotja de Mercaders un dos edifi-cios caractersticos da cidade,ademais de ser un dos mis famososmonumentos do gtico civil que podeofrecer Europa. Foi declarada Patri-monio da Humanidade en 1996. ALonxa de Mercadores est situada nocentro da urbe -fronte ao MercadoCentral e o Templo dos Santos Juanes- e ocupa unha superficie rectangu-lar duns 1990 metros cadrados. Afinais do sculo XIII, a antiga Lonxapresntase insuficiente ante aprosperidade da cidade, polo que en1469 decdese iniciar a construcindunha nova Lonxa.A Lonxa consta de tres corpos clara-mente diferenciados e un xardn oupatio de naranjos. O SalnColumnario ou Sala de Contratacinest dividido en tres naveslonxitudinais e cinco transversais, en funcin das oito columnas exentas quesoportan as bvedas. As columnas, cunha altura de 17,40 m., son monumentais.Nesta Sala instalouse a Taula de Canvis, instituda en 1407 polo Consello Muni-cipal da Cidade que obtivo gran prestixio pola sa solvencia e volume deoperacins bancarias. Actualmente a Taula ou Mesa na que se realizaban astransaccins mercants, as como a 1 Letra de Cambio coecida en Espaa,atpase no Arquivo Municipal de Valencia. O Torren (segundo corpo do edifi-

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    26

    cio): Na planta baixa situbase a capela dedicada Inmaculada Concepcin,mentres que os dous pisos altos destinbanse a crcere de mercadores morososno pago.

    MERCADO CENTRAL

    O Mercat Central un gran edificiomodernista inaugurado 1928. Constade planta baixa e soto, presenta colum-nas e bvedas rebaixadas de ladrillo.Ambas as das plantas dispense os959 postos en carreiros rectos e longosatravesados por das vas amplas.. Osparamentos cubertos de azulexos naparte baixa, xunto coa pedra, madeirae vidreiras de cores, que favorecen quea luz proveniente destas as como dascpulas e diversos puntos da cubertabae o interior forman un conxunto polcromo nun modernista monumentohistrico dunha cidade que, rodeada de horta, ntreodos seus froitos.

    BAOS RABES

    Tamn coecidos como Banys del Almirall. Construdosno S.XIV segundo as caractersticas dun autnticohammam islmico. Sufriron diversas transformacinsao longo dos anos, ata que en 1986 foron recuperadospara mostrar o seu destino e funcin orixinais.

    CATEDRAL

    Asentada sobre un templo romano, mesquita despois,remonta a sa orixe ao sculo XIII. A Catedral de Sta Mara de Valencia combinadiferentes estilos, predominado nela o gtico Cataln.Nas sas tres portas temos testemua dos diferentes estilos construtivos- Porta principal, ou dels Ferros: barroca, do s. XVIII- Porta dels Apstols: gtica do s. XIV Porta de LAlmoina ou del Palau: romnica do s. XIII

  • 27

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    Entre os elementos senlleiroshai que destacar, polo que res-pecta no exterior do templo:- A pequena capelasetentrional, chamada de SantJordi, onde se celebrou aprimeira misa (s. XIII)- A arcada noroccidental, cha-mada Obra Nova e de estilorenacentista italiano (s. XVI)- O campanario, chamado oMicalet o Miquelet e de estilogtico cataln (s.XIV)Polo que respecta no interior dotemplo hai que destacar:- O ciborio, marabilla do gtico francs (s. XIV), tanto visto desde dentro comodesde fra- A antiga sala capitular ou Capela do Santo Cliz, de estilo gtico tardo (segun-da metade s. XIV)- A xirola, de estilo gtico cataln (s.XIII), maiormente recuberta de decoracinneoclsica (s. XVIII)- O altar maior ou presbiterio, decorado con pinturas renacentistas (s. XV) eengadidos posteriores barrocos (s. XVII)- A nave principal e as laterais, de estilo gtico cataln (S. XIII-XIV)

    TORRES DE QUART

    As Torres de Quart ou Porta de Quart un portalque formaba parte da muralla medieval que en-volva a Ciutat Vella de Valencia, para defendela.Estn situades na encrucillada da ra de Guillemde Castro coa ra de Quart.A Porta de Quart, construda no s. XV, debe o seunome ao feito de que se atopa no camio que den-de o centro da cidade se dirixa cara Quart dePoblet. Esta porta, aberta cara o oeste, formabaparte da muralla do sculo XIV de Valencia, xuntocoas Torres de Serrans, abertas cara ao norte, emoitas outras portas que, a diferencia das das mencionadas en primeiro lugar,foron derrudas durante a segunda metade do sculo XIX, co obxectivo de evitar

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    28

    o encorsetamento da cidade e facilitarlle o medre.A partir do 1626 e at o sculo XVIII aloxouse no seu interior a cadea de mulleres.At o 1874, momento en que a muralla foi derrubada, recibiran tamn o nome deporta de la Cal (da Cal) porque a cal coa que se embranquecan as casas deValencia entraba por este acceso.A porta serviu para defender a cidade en diversos episodios blicos, como aGuerra de Sucesin, la Guerra da Independencia e as revolucins cantonais.Sobre os seus grosos muros anda se poden observar as pegadas dos impactosprovocados polos canns durante as diversas guerras e revolucins.

    TORRES DE SERRANS

    As Torres de Serrans ou Portade Serrans eran a entrada nor-te muralla do sculo XIV dacidade de Valencia. Son un re-ferente da cidade de Valenciae un dos seus monumentosmellor conservadosO nome de Serrans poderaporvir do feito que estivesenno camio que leva comar-ca de Serrans o ben polo feitode que a maiora dosrepoboadores deste barrio dacidade en tempos de Jaume Iproveen da zona de Teruel,que dalgn xeito tamn eranserrans para os da chaira valenciana, xa que esta cidade aragonesa atpaseaugas arriba do ro Turia.O monumento, construdo no s. XIV, est constitudo por das torres poligonais,subdivididas ao seu entorno en tres andares, unidas por un corpo central quealberga a porta propiamente dita. O uso da forma poligonal (como a semicircularno caso da Porta de Quart) dbese vantaxe defensiva deste tipos de arestasfronte os cantns en ngulo recto que son mis vulnerbeis aos proxects. Entreos elementos mis orixinais das Torres de Serrans destaca o corpo central deestilo gtico flamenco.O seu uso principal durante moito tempo foi servir de defensa en calquera ase-dio ou eventual ataque cidade, pero mis xeralmente utilizbase para

  • 29

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    cerimonias e entradasoficiais de embaixadorese de reis, e considerballa(e anda lla considera)como a entrada principalda cidade.En 1586, despois do incen-dio da cidade, as torresreconvertronse en pri-sin de nobres ecabaleiros, at o trasladodos presos ao Convent deSan Agust en 1887. A par-tir dese momento tivo di-versas utilidades at aactualidade, como servir agora de museo ou para diversos actos.Durante a Guerra Civil foi utilizado como depsito das obras evacuadas doMuseo do Prado polo Goberno da II Repblica, tras realizarse unha necesariaadaptacin para tal fin. Neste sentido, en decembro de 1936 construuse unhabveda de formign armado de 90 cm de grosor sobre o chan do primeiro pisodestinada a evitar que as obras de arte, aloxadas no piso mis baixo, sufrisendanos en caso de bombardeo e derrube do edificio. Sobre esta bveda acumulouseun metro de casca de arroz (destinada a actuar como amortecedor) e, sobre ela,un metro de terra. No segundo piso acumulouse outro metro de terra e a terrazafoi cuberta con sacos terreiros. Ademais instalouse un sistema automtico decontrol da humidade e da temperatura.Os seus usos como prisin (como no caso das Torres de Quart) fixeron quesobrevivisen ao desmantelamento da muralla, pero tamn maltrataron o edifi-cio, especialmente na sa estrutura interior. As, cegronse as sas grandesarcadas abertas ao interior e perforouse o muro exterior por diversas xanelas, vez que desapareca a barbac ameada que as coroaba.En 1871, o concello decidiu encher o foso situado ante as portas, pero afectou visin e ao aspecto das portas. Entre 1893 e 1914, a Academia de Sant Carles,levou a cabo unha restauracin dirixida polo escultor e acadmico Josep Aix.No ano 2002 limpouse a pedra e a porta quedou co seu aspecto actual.Na actualidade as portas pdense visitar e subir arriba, dende onde anda a dade hoxe tense unha vista formidable de Valencia. As portas de Serrans utilzansepara varios actos na cidade. Quiz o mis caracterstico a crid das festas dasfallas, onde, a finais de febreiro, a Fallera Major chama aos valencianos e fallerosa comezar as fallas.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    30

    PALAU DE LA GENERALITAT

    O Palau de la Generalitat as da Generalitat Valencia-na. Ao igual que o Catalua un dos poucos edificios deorixe medieval en Europaque se mantn coma s dogoberno e da institucin queo construu, a Generalitat doReino de Valencia.Este edificio est cheo desimbolismo para os valen-cianos, entre outros motivosporque a pesar de sculos decontinxencias histricas epolticas, hoxe en da conti-na a ser, xunto con LesCorts, o smbolo da unidadee da identidade valencianas.Foi construdo no s. XV en estilo gtico tardo co fin de albergar a mesma entidadeque hoxe acolle e que lle da nome. Est elaborado con materiais locais, como apedra de Godella e Rocafort, azulexos de Manises e Paterna, mrmores doBuixcarr e madeira tallada das fragas autctonas.A parte mis antiga a portada da ra de Cavallers (1481), e a mis moderna,mais anda gtica, son os arcos da galera superior (1541). Distribese coma unpazo gtico mediterrneo con patio descuberto, escaleira de honra, semisoto etres andares: entre-planta, piso principal e galera.A fachada que mira Ra de Cavallers presenta:- porta de acceso con doela de medio punto que leva ao patio;- entre-planta, con seis fiestras rectangulares moldeadas;- piso principal, con seis xanelas gticas trilobuladas con finas columnas;- galera, con dezaseis xanelas por debaixo do beirado de madeira;- tellado a das vertentes, en contraste coas catro do torren primitivo.A fachada que mira praza de Manises ten:- porta de acceso con doela, en lia co anterior, que tamn d ao patio;- entre-planta, con sete fiestras rectangulares moldeadas;- piso principal, con oito xanelas gticas trilobuladas con finas columnas;- galera, con vintetrs fiestras por debaixo do beirado de madeira.

  • 31

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    MUSEO DE LALMOINA

    O Centro Arqueolxico deLAlmoina un novo,moderno e amplo espazocultural aberto que alber-ga as escavacinsarqueolxicas que entre1985 e 2005 al realizou oConcello de Valencia. Estelabor supuxo odescubrimento de variosedificios monumentais,inscricins, elementosarquitectnicos soltos,mis de 1000 moedas emis de 500 pezas cer-micas de categoraexpositiva, xunto a unha inmensa documentacin tcnica, que representa unhaboa parte dos fondos arqueolxicos de Valencia.Con todo, o maior interese deste lugar non o constiten os obxectos soltos, sennos edificios, que forman un completo e ben conservado compendio da historia ea evolucin urbana da cidade dende a sa fundacin at os nosos das. A conti-nua superposicin de construcins, que, ao tempo, arrasan e preservan s infe-riores, da como resultado unha verdadeira antoloxa histrica e urbana do quefoi a cidade de Valencia.Paradoxalmente, esta riqueza e abundancia de achados supn o principal pro-blema hora de facer entender ao pblico estas escavacins, xa que a superpo-sicin de edificios de pocas distintas dificulta a explicacin.No itinerario establecido, a parte oriental, ocupada polo Alczar islmico, evista dende o vestbulo da entrada, o lugar idneo para explicar o perodomusulmn. A primeira cidade, a republicana, ben representada polas termas, o momento predominante no centro do percorrido. No lado occidental dsemaior nfase aos restos do imperio romano, caso do foro e a curia. En prtea surdestcase a etapa visigoda, coa zona martirial e episcopal. Dentro desta formu-lacin xeral, sase o mesmo viario romano, magnificamente reflectido polaconxuncin das das principais arterias, o cardo e o decumanus, como eixocanalizador da visita. Cara ao oeste, norte e leste, dispuxronse senllos puntosde fuga virtuais que continan o percorrido pola cidade romana mis al doslmites do Centro Arqueolgic.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    32

    SAGUNT

    TEATRO ROMANO

    O Teatro Romano deSagunt, construdo amediados do sculo Id.C., como se puido do-cumentar a travs dase s c a v a c i n sarqueolxicas realiza-das recentemente, foicitado por numerososviaxeiros e historiado-res desde sculo X.Dos once teatroscoecidos era o quemellor conservaba vista os elementosconstrutivos propiosdun teatro. Sen embar-go as sucesivas restauracins realizadas no edificio durante o sculo XX e a faltadun mantemento adecuado distorsionaron a sa estrutura primitiva.O Teatro Romano de Sagunt sitase na vertente setentrional do outeiro quedomina a cidade actual, prximo aos vestixios monumentais do foro romano.Construuse aproveitando a gran pendente da montaa saguntina, que permitiutallar a bancada, facilitando a sa construcin e abaratando os seus custos,anda que dificultou a construcin do corpo escnico, xa que tivo que salvarse oforte desnivel da roca mediante unha potente terraza.O terreo onde se erixiu condicionou a orientacin da cvea, aberta ao noroeste,permitindo a entrada dos ventos frescos do norte e leste, e esquivando os ventoscalorosos do sur e poente.

    A orquestra, espazo comprendido entre a escena e a cvea, a partir da cal seorganiza a estrutura do edificio, forma no teatro saguntino unhasemicircunferencia, situndose ao redor dela as grandes senatoriais, localida-des privilexiadas destinadas aos maxistrados da cidade.A cavea est composto por tres ordes, coas sas respectivas bancadas, corredo-res, portas e escaleiras de acceso. Estes, independentes entre si, estn separados

  • 33

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    por varandas que impiden a comu-nicacin entre eles. A cvea estcoroada por un prtico, cunha in-terrupcin central, que se abre naparte alta da bancada medianteportas adinteladas. A existencia debancadas sobre o prtico esttestemuada polos gravados dosculo XIX.A correlacin de portas, escaleiras,corredores e bancadas nos tresordes completamente harmnica,observndose unha proporcin xeomtrica ascendente segundo as necesidadesde espazo de cada orde. A capacidade do teatro en poca romana calclase queera de 4.000 espectadores.

    A escena o espazo onde se desenvolve a representacin teatral e por baixo doseu pavimento atopbase o pano, que, con mecanismo moi complexo, ascendanalgunhas representacins e serva para ocultar aos intrpretes da vista dosespectadores. Cando o pano estaba subido, o pblico tia ante si unha fachadaarquitectnica, coa sa decoracin como exclusiva protagonista da representa-cin.O corpo escnico tia igual altura que a bancada e estaba cuberto por un teitumede madeira. Desde el, os actores accedan ao proscenio mediante tres portasenmarcadas por muros semicirculares, das que a central, mis ancha,denominbase porta rexia. A altura da fronte escnica quedaba articulada enordes de columnas , de dimensins decrecentes. Elementos desta decoracinarquitectnica han aparecido nas recentes escavacins arqueolxicas realiza-das no edificio.

    Segundo achados arqueolxicos na poca do Baixo Imperio (s. III-IV d. C.) o tea-tro puido usarse para diversins acuticas e loitas de gladiadores. Nesta pocaeste tipo espectculos estaban censurados polo cristianismo, o que indica queesta relixin non era anda moi influnte en Saguntum e que a cidade continuabacoa sa vida urbana.Nun gravado do sculo XIX debxanse os vestixios das ancoraxes do todo nomuro exterior da bancada, que, cun mecanismo semellante s velas dun barco,cubra toda a cvea do teatro, protexendo aos espectadores do sol ou da choiva.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    34

    CIRCO ROMANO

    Foi construdo nos s. II e III d.C. con perpiaos de gran ta-mao. Foi un dos monumen-tos romanos da cidade deSaguntum que en mellorescondicins chegou at o nososculo foi o Circo. A sa rela-tiva distancia da zona urba-nizada e a sa proximidadeao ro Palancia, que mantivoenterrado o edificio baixo ungran depsito fluvial, fixeronposible que quedase preser-vado do espolio e a destrucine que mantivese a sa unidadefacendo posible unha lectura integral do edificio. Paradoxalmente, en tan sdas dcadas, os anos 60 e 70, a construcin de vivendas levou destrucinsistemtica e total do edificio. Na actualidade soamente consrvanse os restosmonumentais da porta meridional.O circo estaba situado na zona setentrional da poboacin e xunto canle do roPalancia, e o solar que ocupaba est delimitado pola actuais Calle de los Huertose Avda. de los Santos de Piedra. Ocupou unha extensin dun 350 m. de longo por73 m. de ancho, co seu eixo lonxitudinal orientado en direccin leste-oeste, coextremo circular cara a Levante e as carceres ou postos de sada cara a Poente.

    MUSEU ARQUELGIC DE SAGUNT

    As coleccins do Museo ofrecen unha visin xeral daarqueoloxa de Sagunt e a sa comarca desde o perodoEneoltico at os nosos das.O xacemento da Idade do Bronce, do Pic dels Corbs ten unhacronoloxa que se prolonga desde os primeiros sculos do IImilenio a C. at os momentos finais do II milenio e inicios doprimeiro e proporcionou abundantes pezas cermicas 1 deste perodo.De poca ibrica, a coleccin dispn de inscricins funerarias e honorficas, cer-mica e sobre todo destaca, unha escultura datada no sculo IV a C que represen-

    Cermica do bronce 1

  • 35

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    ta un touro 2.Destacan as coleccins romanas, que testemuan o grao deromanizacin da cidadeHai unha importante mostraxe de epgrafes que nos achegan vida municipal da cidade romana de Saguntum: Inscricinshonorficas, funerarias3, relixiosas e monumentais

    A arquitectura pblica romana est ben representadanos vestixios arqueolxicos que se conservan do Teatro e doForo. O Museo pose nos seus fondos unha importante colec-cin de decoracin arquitectnica: baseas, fustes e capiteis decolumna4, frisos decorativos e molduras que xunto esculturaen mrmore de togados5 procedentes do foro, permiten restitura monumentalizacin do espazo oficial da cidade que conviveco espazo privado.Da vida domstica coecemos algns elementos das vivendasmis luxosas e acomodadas de Saguntum, como os mosaicosou as esculturas6 nas que se recoecen mrmores importados.Os obxectos cotins, dedicados ao aseo e indumentaria persoal,xogos e envases, as como os elementos artesanais, permtennosrecompor fragmentariamente os modos de vida dos cidadns.A presenza de nforas, de pezas de vaixela de importacin,moedas de bronce ou cepos de ncora7 procedentes de todos ospuntos do Mediterrneo, indican o auxe econmico deSaguntum en poca romana que mantn unha activa conexincomercial a travs do seu porto, Grau Vell.A convivencia das tres culturas en poca medieval en Sagunt consttase atravs da presenza nas coleccins de cermica rabe e un cuadrante solarcon inscricin en lingua nasji, inscricins funerarias xudas e de escudosnobiliarios pertencentes s casas seoriais cristis.

    Touro ibrico 2

    Inscricinfuneraria 3

    Togado 5

    Cabeza de Diana 6

    Cepo de ncora 7Conxuro amatorio Figuria de neno Lucerna

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    36

    TALLERES DE CULTURA CLSICA

    LUDI SAGUNTINI

    Xoves 22 de abril: 10.30 Escritura ou Paleografa. 12.30 Tempo (Tempore capto)

    1. Olimpomenuts2. Cocina Ciencia3. Juegos Romanos4. Tiempo5. Indumentaria Hoplitas Ludoteca6. Cermica Mosaicos Cosmtica Escritura MagiaM. Mundo Clsico en la glorietaL. Restaurante Le FouR. Restaurante LArmelerE. EstamperiaF. Forn la MelicaA. AyuntamientoP. Restaurante Palau del Duc

  • 37

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    COMEDIA ROMANA: O MILES GLORIOSUS DE PLAUTO(TOTUM LATINE!)

    Roma herdou os xneros literarios gregos, e dentro do dramacultivou con mis xito a comedia que a traxedia.En Grecia, coa Comedia Vella de Aristfanes (s.V a. C.) podasecriticar a personaxes concretos; pero cando Menandro escribea Comedia Nova, xa non hai esa liberdade, polo que centra osseus temas na vida coti. Os personaxes son sempre os mesmose prototipos: o escravo enredante confidente das aventuras doseu amo, o pai de familia consentidor, o parasito lambn e adula-dor, o soldado botaporela, as mulleres case sempre de vida alegre.... Se a come-dia de Aristfanes era unha forma de loita poltica, a de Menandro s pretendafacer rir.A comedia romana basease na Comedia Nova grega., e por iso recibe o nome depalliata (< Pallium, manto grego co que cubran os actores). Son representacinsde ambientacin grega: os personaxes o escena, os costumes...Plauto (251-184 a. C.) introduce en Roma a Comedia Nova. Plauto un home dopobo que vive nunha situacin econmica e poltica difcil e escribe para sobre-vivir: ten que contentar ao pblico para conseguir que os maxistrados costeasena representacin. Anda que os personaxes son gregos e a escena soe ser Atenas,Plauto axeita a Comedia Nova aos gustos romanos suprimindo os chistes refi-nados e mantendo os personaxes fixos da comedia nova: vello consentidor, mozonamoradizo, amante, escravo espelido, parasito, soldado fachendoso e usa nomesparlantes para definilos.

    Argumento do Miles Gloriosus (O soldado Fachendoso)

    Pirgopolinices, un soldado fachendoso do quetodos se burlan, rapta a Filocomasia, cortesateniense amante de Pleusicles, e lvaa a feso.Este soldado recibe como regalo duns piratas aPlaestrin, escravo tamn de Pleusicles. Estemozo ateniense viaxa a feso para intentar re-cuperar sa amante e escravo, hospedndosena casa contigua do miles.Coa complicidade de Pleriplectmeno, vellovecio do militar, o escravo Palestrin argallar todo de xeito que o seu antigoamo poda ver sa amada. Grazas s maas do escravo Pleusicles recuperara Filocomasia e Palestrin e regresar a Atenas.

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    38

    FRASES EN LATN PARA O DA DA REPRESENTACIN DOMILES GLORIOSUSAlgns dos principais verbos:

    esse:ser,estar... posse :poder ire : ir velle : querer 1Per. Sing. sum possum eo volo 2Per. Sing. es potes is vis 3Per. Sing. est potest it vult 1Per. Plur. sumus possumus imus volumus 2Per. Plur. estis potestis itis vultis 3Per. Plur. sunt possunt eunt volunt

    - OLA: Salve, salvete / Ave, avete- ADEUS: Vale, valete (magister, tra/ discipule, a/amice, a)- NOME: Quid nomen est tibi? (vobis, ei,eis) // Quomodo nominaris?(nominamini,nominatur? Mihi nomen est./ Ego nominor./ Ego vocor...- FALAR EN LATN: Debes dicere in lingua latina./Ego non scio loqui in lingualatina. Ego facio verba in lingua hispana. Quomodo dicitur? Non intellego- DE DNDE VES?ONDE VAS?ONDE VIVES? Unde venis? (venitis,veniunt..) // Quo vadis? (vadunt, vaditis) Ubi vivis (vivitis) // Ego sum civisromanus et vivo in oppido (nos sumus cives romanae et vivimus in oppido ..)- CMO ESTS? QU QUERES?: Ut vales? Esne bene? (estisne bene?, male?)./Ego sum optime (pessime, bene, male)./ Quid vis? (vultis, vult/ cupis, cupitis)Ego volo facere officinam tesserarum (sacculorum,)/ cupio facere/ dumpossumus facere?- COMO SE FAI?/COMO FAGO? Quomodo fit? Ut fit? Quomodo facio?- DAR AS GRAZAS Gratias tibi ago (do) DE NADA: Nihilo, nihil est, ego tibiago- POR FAVOR Si vobis placet (tibi)/ quaeso/ precor DESCULPAS: Tibi veniampeto, ignosce mihi- INVITACIN AO TALLER: Vis-ne facere officinam (o que sexa: )? Dum visfacere officinam?- TAMAO: mensura: GRANDE//PEQUENO: magnus, maior, maximus//parvus, minor, minimus- MEDIDAS:mensurae: LONGO, CURTO/ ANCHO, ESTREITO: longus, brevis/latus, strictus- NON TEO/ FLTAME/NECESITO: non habeo/mihi deest/ necesse est mihi- GUAPO/FEO: pulcher, pulcherrimus / bellus, bellissimus//foedus, foedissimus- SI / NON: certe, immo, profecto / non, nullo modo

  • 39

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    ADVERBIOS:aqu:hical: illiclonxe: longepreto: propeagora: nuncnunca: numquamprimeiro: primodespois: posteahoxe: hodieonte: heriben: bene, optimemal: male, pessimemoito: multum, valdepouco: paucumbastante: satisabondo: nimisnada:nihil

    PREPOSICINS:a, cara: in+AC/ad+ACen: in+ABpreto de: prope+ACde, dende: ex+AB/de+ABdebaixo de: sub+ACdiante de: ante+ACatrs de: post+ACpor riba de: super+AC FRASES VENDEDOR:- Emite, emite fructus passos! Vendo nuces/avellanas/amygdalas/aquam.(mercade, mercade froitos secos!. Vendo noces/avels/ amndoas/ auga)- Veniam peto, domine, vis aliquid ad edendum aut bibendum?(con permiso, seor, quere algo para comer ou beber?- Constat/-nt uno sestertio. Est unus sestertius solvendi. Pretium est unussestertius(Vale un sextercio. un sextercio a pagar. O prezo un sextercio)- Veniam peto, solvisne pecuniam?(Con permiso, xa pagou ?)

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    40

    FRASES COMPRADOR:- Salve, emere volo nuces, avellanas, amygdalas/ (fructus passos)/aquam, etc.(Ola!, quero mercar noces/avels/ amndoas/(froitos secos)/ auga- Quot sestertiis constat/-nt nuces/avellanae/amygdalae/ (fructus passi)/aqua?Quantum pretium eorum est?(Cantos sextercios custa/-n as noces/ avels/ amndoas/(froitos secos)/ auga?Cal o prezo disto?)- Carum/vile est. Solum duos asses habeo. Pretium est nimium/parvum/satis( caro/barato. S teo dous ases. O prezo excesivo/baixo/est ben)- Accipe pecuniam . Veniam peto, reddisne excedentem pecuniam?(Colla o dieiro. Disculpe, deume a volta?

    DILOGOS PARA EMPREGAR NOS TALLERES(OFFICINAE)

    DIALOGUS OFFICINAE PERSONARUM(DILOGO DO TALLER DE MSCARAS)

    Salve, amica! Mihi nomen est Marius. Quid est nomen tibiAve, amice! ego nominor Maria et sum in officina personarumVolo facere officinam personarum; possum eam facere?Profecto! Sede, quaeso. Hic sunt nostri amiciSalvete amici, Quomodo estis? Quid facitis?Nos facimus officinam personarum; ego sum Paulus et nomen amicae meae estSilviaQuomodo facio personam?Primo delinea in charta formam personae tragoediae aut comoediaeBene est! Tibi gratias do. Et postea, quid facio?Postea seca formam et conglutina in ea photocopiam aut partes eiusBene est! Dasne mihi chartam, si tibi placet, faciendo personam?Certe! Tibi do chartam faciendo personam et quoque forfices secando eamCape, si vis, picturas et pinge cum eis personamGratias tibi, sed eam non pingo, hoc modo mihi placetPostremo, conglutina palum tenendo personamGratias omnibus vobis do. Optime! valeteGratias tibi, amice, vale

    O que temos que dicir ns vai en vermello.

  • 41

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    DIALOGUS IN OFFICINA SACCULORUM(DILOGO NO TALLER DE BOLSIAS)

    Ave, amica! unde venis. Ego nominor Lucius et saguntinus sumAvete, amici, Ex oppido Valentia venio et mihi nomen est PaulaSi sacculum tibi facere vis, eum facere potesUnum meo amico facere volo. Possumne sedere?Certe! Sede hic apud me in hac sellaGratias tibi. Apud te sedeo et dic(e) mihi, quomodo pulchrum sacculum facerepossum?Nihil est. Ego id tibi dico. Primo cape telam et graphidem, si tibi placetIam telam habeo, sed grafidem non video. Ubi est graphis?Ignosce mihi, stilus est hic, apud me; tene graphidem et pinge formam supertelam.Factum! Hoc facile est. Et nunc quid?Pinge, quoque foramina; seca formam et fac(e) foramina forniceQumodo id facere possum? Forficem non habeo! Ubi forficem habes, quaeso?Ignosce mihi; mea amica eam habet; nunc tibi eam do Cape eamPostea funiculum capis et eum in foraminibus introducisIgnosce mihi, te non audivi. Potesne denuo explicare, quaeso?Id explico: cape funiculum et eum in foraminibus introduceGratias! Factum! Ligo funiculos et iam meo amico sacculum habeoVobis gratias do. Valete!Gratias tibi. Vale!

    DIALOGUS IN OFFICINA TORQUIUM SERVORUM (DILOGO NO TALLER DE COLARES DE ESCRAVOS)

    Avete! Quid facitis? Ut estis?Ave! Bene sumus. Facimus torques servorum. Visneunam quoque facere?Certe! Ego volo eam facere. Quid nomen est vobis?Ego nominor Carla et amica mea est Marta. Sede hic cumtuis amicis apud nosGratias vobis damus? Sedemus vobiscum. Quomodofacimus torquem?Primo cape chartam et forficem, si tibi placet.Optime! Ubi est charta? Date eam nobis et quoque exemplum. Ubi est exemplum?

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    42

    Exemplum est illic super tabulam; capite id, quaeso. Et charta est hic apud vos.Chartam habeo sed forficem non video. Ubi est forfex?Forfex est hic, apud me. Tene chartam et seca formam quae iam picta est.Factum! Hoc facile est. Et nunc quid? Quid facimus nunc? Quid scribimus incharta?Scribite hoc textum in lingua latina et hispana et ponite vestrum nomen etnomen vestri/ae magistri/aeSum servus/a__________. Fugi, tene me; cum me revocaveris magistrae meae__________, accipies solidum/ Son o escravo/a________. Fuxn, retenmme;cando me devuelvas mia maestra________recibirs unha recompensaDa nobis funiculum, si tibi placet.Certe!, sed facite foramen in charta et introducite funiculum in eoOptime! Nunc sumus servi et habemus torquem pulcherrimumSi vultis facere quoque sacculos aut personas aut fibulas, potestis ire ad alterastabulasGratias vobis agimus. Valete, amici!Valete, servi

    DIALOGUS OFFICINAE DIADEMATUM(DILOGO DO TALLER DE DIADEMAS)

    Hola, cmo estis Salve! Debes dicere in lingua latina, si tibi placet Ignosce mihi; quomodo dicitur Hola? Si vis salutare me unum, debes dicere salve! Si vis omnesdebes dicere salvete! Gratias tibi do. Salve amice! Quomodo es? Salve, amica! Ego optime sum! Possumne sedere? Certe! Sede hic apud me et potes facere diadema Quomodo fit? Primo cape pannum et pinge in eo exemplum floris magnae et floris parvae Gratias tibi. Et nunc. Quomodo dicitur cortar? Cortar dicitur secare in lingua latina. Bene est! Seco florem magnam et florem parvam et facio foramen in flore magnaOptime! Nunc flecte florem minorem et introduce cuspidem in foramine Ignosce mihi, non te audivi! Quid facio nunc? Nihil est. Flectis florem parvam et introducis cuspidem in foramine florismagnae

  • 43

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    et suo duas flores et postea suo quinque flores in vitta. Estne bene? Optime! Tu habes pulcherrimum diadema. Pone id in tuo capillo. Tu espulcherrima Gratias tibi ago. Tu quoque es pulcherrimus. Mihi nomen est Sara; quid nomenest tibi? Gratias tibi. Ego nominor Paulus. Vale, Sara! Vale, Paule! Valete, amici!

    DIALOGUS IN OFFICINA TESSERARUM(DILOGO NO TALLER DE ENTRADAS) Salve! Quomodo es? Quid facis?Ave! Optime sum. Facimus tesseras quas dabimusintrando theatrum. Visne unam quoque facere?Ita! Ego volo eam facere. Quid nomen est tibi?Nomen mihi David est. Sede hic cum tuis amicisapud nos.Gratias tibi damus. Sedemus tecum. Quomodofacimus tesseras?Primo capite photocopiam tesserarum et forficem,si vobis placet.Optime! Ubi est photocopiam? Ubi est forfex?Hic est photocopia apud vos et hic est forfex. Secaformam tesserarumFactum! Et nunc quid? Quid facimus nunc?Tene graphidem et scribe in parte posterioretesseraeQuid scribimus in tessera?Scribite vestrum nomen, nomen vestri/aemagistri/ae, oppidum unde venitis, et cetera.Hic dies scribere debemus. Quis dies hodie est?Hodie est ante diem IX Kalendas MaiasNunc habemus tesseras. Quid facimus cum tesserain theatro?In theatro damus tesseram servo qui eam legit. Hoc facto potestis theatrumintrare.Optime! Gratias tibi agimus. Vale!Valete amici

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    44

    DIALOGUS IN OFFICINA CORONARUM LAUREARUM(DILOGO NO TALLER DE COROAS DE LOUREIRO)

    Vale, amica, quid facis in hac tabula?Ego coronas laureas facio. Visne facere quoque unam?Certe, Volo facere unam coronam laureamSede hic mecum. Primo cape cartam et forficem. Si sibi tbiplacetEcce, carta et forfex. Quomodo coronam facio?Primo, cum hoc stilo delinea coronae formam et secaBene, forma hic est. Et nunc quid facio?Nunc cape rursus chartam et delinea formam foliorumlaurearumIam est!Cape forficem et seca folia laureaAspice!Optime! Nunc conglutina folia laurea in forma coronae.Habes aliquid exemplum super tabulam?Certe, hic est. Cape id, quaeso.Bene.iam id intellego: delineo formam coronae in charta; deinde seco eam. Posteadelineo formam foliorum laurearum, et quoque seco eam.Pingo folias. Conglutino folias in forma coronae et ligo fines coronae.Ecce, mea corona laurea!

    OFFICINA HOROLOGORIUM(TALLER DE RELOXIOS)

    In lingua latina

    - Seca tres chartas: chartam numerorum, chartampartis posterioris et chartam gnomonis- Introduce gnomonem in caniculo- Conglutina duas partes horologii- Perfora foramen- Introduce funiculum

  • 45

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    ACTIVIDADES

    1. Sinala no mapa Espaa as provincias polas que pasamos e os ros que cruza-mos. Vai marcando a ruta que facemos co bus.

    HISTORIA

    2. Que motivos podan ter os romanos para conquistar a pennsula Ibrica?

    3. Que cartaxins se enfrontou aos romanos utilizando bases en territorio ibero?

    4. Por que os cartaxineses conquistan Sagunt?

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    46

    5. Cal foi a primeira divisin territorial de pennsula ibrica polos romanos?

    6. Divide o mapa de Espaa nas pro-vincias da poca de Augusto e indicaas sas capitais

    7. Cando acadan as cidades de Saguntum e Tarraco o seu mximo esplendor?

    8. En que data temos testemuas da presenza do cristianismo no leste da penn-sula ibrica?

    9. Cando se producen as invasins visigticas e acada do Imperio Romano?

    PASEO POR TARRAGONA

    10. De que estilo a catedral?

  • 47

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    11. A que santa estaba dedicada? Represntase algunhaescena da sa vida no templo?

    12. Sinala que tipo de arco predomina na catedral e pon debaixo os seus nomes.

    13. De que estilo e poca son a maiora das casas que vimos na Rambla Nova?Sinala algunha caracterstica que te chamase a atencin

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    48

    TARRACO ROMANA

    14. Que lonxitude tia a muralla romana de Tarraco e que lonxitude conserva naactualidade? Cita o nome dalgunha das torres que se conservan.

    15. Que capacidade tia o anfiteatro de Tarraco?

    16. Que capacidade tia o circo de Tarraco?

    17. Que capacidade tia o teatro de Tarraco?

    18. Di cales era os espectculos favoritos dos romanos, a xulgar polas distintascapacidades dos edificios destinados ao ocio en Tarraco.

    19. Di que planta se corresponde con cada un dos edificios de ocio e apuntadebaixo que se faca en cada un deles.

  • 49

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    20. Como se chamaba o centro dunha cidade romana? Que edificios se situabanal?

    21. Que tipos de construcins fixeron os romanos para levar auga cidade?

    MNAT (MUSEU ARQUEOLGIC DE TARRAGONA)

    22. A que deusa romana representa este busto? Cal era oseu nome grego e de que era deusa?

    23. Que personaxe mitolxica representa este mosaico?

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    50

    24. Como se chama esta estatua e para que serva?

    25.Cal a caracterstica mis destacada do retrato romano?

    26. Onde se atopou este mosaico? que representa?

    27. Como se denominan estes bloques de pedra? quefuncin tian?

    28. Que era a cermica denominada Terra Sigillata? Explica o seu nome

  • 51

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    PASEO POR VALENCIA

    29. De que estilo son cada unha destas tres portas da Catedral? Pon debaixotamn os nomes de cada unha delas

    30. Como se chama este elemento arquitectnico?

    31. Como se chama popularmente o campanario dacatedral de Valencia?

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    52

    32. De que estilo a Llotja de la Seda? Que se faca neste edificio?

    33. De que poca e estilo o Mercat Central?

    34. Que xardns ou parques recordas da cidade? Cal che gustou mis e por que?

    35. Cal era o uso primitivo das Torres de Serrns? que outros usos tiveron despois?

    SAGUNT

    36. Cal era o nome prerromano desta cidade?

    37. Explica que importante episodio bli-co sufriu esta cidade no s. III a. C. e quedesenlace tivo.

  • 53

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    38.Cando foi construdo o tea-tro de Sagunt?

    39. Que espectculos se representaban no teatro de Saguntum?

    40. Como se chama a vestimenta que mostra esta es-cultura do museo de Sagunt?

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    54

    APUNTAMENTOS

  • 55

    IES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura ClsicaIES de Melide. Cultura Clsica

    APUNTAMENTOS

  • Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010Viaxe a Tarragona e Sagunt 2010

    56

    APUNTAMENTOS

  • eo

    lu

    Val

    ncia

    : P

    lan

    o d

    Ab

    erg

    e

  • cubertaA5.pdfPgina 1Pgina 2Pgina 3Pgina 4