Regualame de réxime interno do IES de Curtis

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IES DE CURTIS REGULAMENTO DE RÉXIME INTERNO PLAN DE CONVIVENCIA 16 de xullo de 2010
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Dereitos, deberes e normas.

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  • IES DE CURTIS

    REGULAMENTO DE RXIME INTERNO

    PLAN DE CONVIVENCIA

    16 de xullo de 2010

  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    NDICETTULO I. DO ALUMNADO______________________________________________________3

    Seccin 1 Dereitos do alumnado...........................................................................................................3 Seccin 2 Deberes do alumnado...........................................................................................................6 Seccin 3 Delegado/a de curso e xunta de delegados/as....................................................................7 Seccin 4 Normas e deberes do alumnado..........................................................................................10

    Artigo 1 Normas referidas ao estudo______________________________________________________________10 Artigo 2 Normas de convivencia_________________________________________________________________10 Artigo 3 Normas referidas s dependencias do centro_________________________________________________11 Artigo 4 Normas referidas conservacin e limpeza do centro._________________________________________11 Artigo 5 Normas referidas conservacin e orde das aulas._____________________________________________11 Artigo 6 Normas referidas a comportamentos agresivos verbais e/ou fsicos._______________________________12 Artigo 7 Normas referidas ao uso de ordenadores e das redes LAN ou Wifi:_______________________________12 Artigo 8 Normas referidas ao uso de telfonos mbiles e outros aparellos electrnicos._______________________12

    Seccin 5 FALTAS, SANCINS E GARANTAS PROCEDEMENTAIS........................................12 Artigo 1 Garantas____________________________________________________________________________12 Artigo 2 Responsabilidades_____________________________________________________________________12 Artigo 3 Gradacin___________________________________________________________________________13 Artigo 4 Alcance_____________________________________________________________________________13 Artigo 5 Condutas contrarias s normas de convivencia________________________________________________13 Artigo 6 .Condutas gravemente prexudiciais para a convivencia__________________________________________14 Artigo 7 .Sancins s condutas contrarias s normas de convivencia no centro______________________________14 Artigo 8 Competencias_________________________________________________________________________15 Artigo 9 Reclamacins_________________________________________________________________________15 Artigo 10 Apertura de expediente_________________________________________________________________15 Artigo 11 Sancins s condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centro________________________16 Artigo 12 Prescripcin_________________________________________________________________________16

    Seccin 6 Faltas de asistencia clase..................................................................................................16 Seccin 7 ACTIVIDADES EXTRAESCOLARES E COMPLEMENTARIAS..................................18

    Artigo 1 NORMAS XERAIS___________________________________________________________________19 Artigo 2 NORMAS ESPECFICAS PARA ACTIVIDADES FRA DO CENTRO_________________________20

    TTULO II. RGANOS EDUCATIVOS ENCARGADOS DE DESENVOLVER O PLAN DE CONVIVENCIA_____________________________________________________________22

    Seccin 1 TITORA............................................................................................................................22 Artigo 1 FUNCINS DO TITOR_______________________________________________________________22 Artigo 2 TITOR PERSOAL____________________________________________________________________23 Artigo 3 TITOR ESPECIAL____________________________________________________________________23

    Seccin 2 AULA DE CONVIVENCIA...............................................................................................23 Artigo 1 OBXECTIVOS_______________________________________________________________________23 Artigo 2 FUNCINS_________________________________________________________________________23 Artigo 3 FUNCIONAMENTO XERAL.__________________________________________________________23

    Seccin 3 ORIENTACIN................................................................................................................24 Artigo 1 Obradoiros paliativos-preventivos_________________________________________________________24 Artigo 2 Orientacin acadmico-laboral.___________________________________________________________24 Artigo 3 Programas especficos de atencin diversidade______________________________________________24

    Seccin 4 ENCONTROS FAMILIA-ESCOLA..................................................................................25 Seccin 5 AULA DE TRABALLO INDIVIDUALIZADO.................................................................25 Seccin 6 XEFATURA DE ESTUDOS..............................................................................................25 Seccin 7 COMISIN DE CONVIVENCIA.....................................................................................25

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    TTULO I. DO ALUMNADO

    Seccin 1 Dereitos do alumnado

    Artigo 1Os alumnos e alumnas teen dereito a recibir unha formacin que asegure o pleno desenvolvemento

    da sa personalidade.

    Artigo 2Todos os alumnos e alumnas teen dereito s mesmas oportunidades de acceso os distintos niveis de

    ensino, sen ningn tipo de discriminacin.

    Artigo 3A igualdade de oportunidades promoverase mediante a non discriminacin por razns de nacemen-

    to, raza, sexo, capacidade econmica, nivel social, conviccins polticas, morais ou relixiosas, as como por discapacidades fsicas, sensoriais ou psquicas, ou calquera outra condicin ou circunstancia persoal ou social.

    Artigo 4 Todos os alumnos e alumnas teen dereito a recibir orientacin escolar e profesional para

    conseguir o mximo desenvolvemento persoal, social e profesional, segundo as sas capaci-dades, aspiracins e intereses.

    De maneira especial, coidarase a orientacin escolar e profesional dos alumnos e alumnas con discapacidades fsicas, sensoriais ou psquicas, ou con carencias sociais ou culturais.

    A orientacin profesional basearase unicamente nas aptitudes e aspiracins dos alumnos e alumnas e excluir toda diferenciacin por razn de sexo.

    Artigo 5Os alumnos e alumnas teen dereito a que se respecte a liberdade de conciencia, as conviccins reli-

    xiosas, morais ou ideolxicas, as como sa intimidade no que respecta a tales crenzas ou conviccins

    Este dereito garantirase mediante:

    A exposicin pblica (taboleiro de anuncios ) do proxecto educativo e sobre o carcter pro-pio do centro.

    O fomento da capacidade e actitude crtica dos alumnos e alumnas que posibilite s mesmos a realizacin de opcins de conciencia en liberdade.

    Artigo 6O ensino basearase na obxectividade e excluirn toda manipulacin propagandstica ou ideolxica

    dos alumnos e alumnas, sen prexuzo do dereito liberdade de expresin, que se exercer nos termos previs-tos no ordenamento xurdico.

    Artigo 7Todos os alumnos e alumnas teen dereito a que se respecte a sa integridade fsica e moral e a sa

    dignidade persoal, non podendo ser obxecto, en ningn caso, de tratos vexatorios e degradantes.

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    Artigo 8Todos os alumnos e alumnas teen dereito a que a sa actividade acadmica se desenvolva coas debi-

    das condicins de seguridade e hixiene.

    Artigo 9Gardarase reserva sobre toda aquela informacin de que dispoa das circunstancias persoais e fami-

    liares do alumnado. Esta informacin conservarase nas oficinas do centro, baixo a custodia da secretaria, nos expedientes das titoras que custodiarn os mesmos titores e titoras e no departamento de orientacin, baixo a responsabilidade da sa xefatura.

    Non obstante, o centro comunicar autoridade competente as circunstancias que poidan implicar malos tratos para o alumno ou alumna ou calquera outro incumprimento dos deberes establecidos polas leis de proteccin de menores.

    Artigo 10Os alumnos e alumnas teen dereito a participar con carcter voluntario nas actividades extraescola-

    res organizadas polo centro.

    Artigo 11O alumnado ten dereito a asociarse creando asociacins de alumnos e alumnas.

    Artigo 12O alumnado poder reunirse no centro, para actividades de carcter escolar e extraescolar, as como

    para aquelas outras que tean relacin co proxecto educativo do centro ou poida atriburselles unha finalida-de educativa ou formativa, sempre que non alteren o funcionamento normal da docencia , e previa solicitude e autorizacin do Director.

    Artigo 13O alumnado ten dereito a ser informado pola xunta de delegados e polos representantes das asocia-

    cins de alumnos e alumnas, tanto de cuestins propias do centro como das que afecten a outros centros e o sistema educativo en xeral.

    Artigo 14O alumnado ten dereito a liberdade de expresin sen prexuzo dos dereitos de todos os membros da

    comunidade educativa e o respecto que merecen as institucins de acordo cos principios e dereitos constitu-cionais.

    Artigo 15Os alumnos e alumnas que durante o curso escolar padezan algn infortunio persoal ou familiar

    tern unha especial consideracin por parte do centro para que poidan continuar os seus estudos.

    Artigo 16 Os alumnos e alumnas teen dereito a que o seu rendemento escolar sexa valorado confor-

    me a criterios establecidos nas programacins didcticas dos Departamentos. A aplicacin do proceso de avaliacin continua do alumnado require a asistencia regular e con aproveita-mento s clases e actividades programadas para as distintas materias que constiten o plan de estudos.

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    Co fin de garantir o dereito anterior, a comezo do curso escolar, a xefatura de departamento elaborara a informacin relativa a programacin didctica que dar a coecer o alumnado a travs dos profesores e profesoras das distintas reas asignadas o departamento. Esta infor-macin incluir os obxectivos, contidos e criterios de avaliacin, os mnimos esixibles para obter unha valoracin positiva e os criterios de cualificacin Os profesores e profesoras, e, en ltima instancia, as xefaturas de departamento facilitaran aquelas aclaracins que sobre os mesmos poidan solicitar os alumnos e alumnas, pais, nais ou representantes legais. Na ESO, a titora dar a coecer alumnado, pais e nais ou representantes legais, a principio de curso, os criterios que se aplicarn para determinar a promocin e titulacin.

    O profesorado facilitar o alumnado e s seus pais, nais e representantes legais as informa-cins sobre os instrumentos de avaliacin utilizados. Cando a avaliacin se basee en probas, exercicios ou traballos escritos, o alumnado ter acceso a eles, revisndoos co profesor ou profesora. Os instrumentos da avaliacin debern ser conservados, polo menos, ata tres me-ses despois de adoptadas as decisins e formuladas as correspondentes cualificacins finais do respectivo curso. Cando un profesor ou profesora se traslade a outro centro deixar en mans da xefatura de departamento ou de estudos a referida documentacin.

    No suposto de que, tralas oportunas aclaracins, exista desacordo coa cualificacin parcial ou final nunha area ou materia ou coa decisin de promocin ou titulacin adoptada para o alumno ou alumna, este ou os seus pais, nais ou representantes legais podern solicitar por escrito a decisin de revisin de dita cualificacin.

    As reclamacins nas avaliacins parciais faranse ante o profesor ou profesora da materia co-rrespondente.

    As reclamacins de avaliacins finais presentaranse nun prazo de dous das a partir da entre-ga do boletn de cualificacins ante a xefatura de estudos do centro, a cal a someter ao de-partamento correspondente que poder ratificar ou rectificar a cualificacin No segundo caso a xefatura de estudos do centro ordenar formalmente a rectificacin e comunicarao ao alumno ou alumna, pai ou nai deste. Na ESO, en funcin dos criterios de promocin e titu-lacin establecidos con carcter xeral, a xefatura de estudos e a titora, como coordinador do proceso de avaliacin do alumno ou alumna, considerarn a procedencia de reunir en sesin extraordinaria a xunta de avaliacin, a fin de que esta, en funcin dos novos datos achegados, valore a necesidade de revisar os acordos e decisins adoptadas para dito alumno ou alumna. No caso de ratificacin e que o alumno ou alumna o manifeste expresamente a direccin re-mitir o expediente Delegacin Provincial de Educacin e Ordenacin Universitaria que remitir a resolucin procedente. Contra esta resolucin seguirase a va administrativa. Infor-marase titora.

    As reclamacins a cualificacins que se formulen podern basearse en:

    1. Adecuacin dos obxectivos, contidos e criterios de avaliacin sobre os que se fixo o proceso de aprendizaxe do alumnado os recollidos na correspondente programacin didctica

    2. Adecuacin dos procedementos e instrumentos de avaliacin aplicados co sinalado na programacin didctica

    3. Incorrecta aplicacin dos criterios de cualificacin e avaliacin establecidos na pro-gramacin didctica para a superacin da rea ou materia.

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    As reclamacins referidas a decisins de promocin ou titulacin na ESO necesitarn a cele-bracin dunha reunin extraordinaria da xunta da avaliacin, no prazo mximo de dous das lectivos desde a finalizacin do perodo de solicitude de revisin. Nesta reunin o conxunto de profesores revisar o proceso de adopcin de dita medida a vista das alegacins realizadas. O titor ou titora levantar acta de dita reunin e o xefe ou xefa de estudos comunicar por escrito alumno ou alumna, pai, nai ou representante legal a decisin de ratificacin ou mo-dificacin, razoada, da decisin de promocin ou titulacin, o cal poer fin ao proceso de reclamacin.

    Artigo 17 O incumprimento do respecto aos dereitos do alumnado por calquera membro da comuni-

    dade escolar poder ser denunciado ante o Consello Escolar.

    Con independencia do anterior, a denuncia poder ser formulada ante a Administracin Educativa competente, a sa resolucin poder ser recorrida segundo a vixente Lei de Pro-cedemento Administrativo.

    Seccin 2 Deberes do alumnado

    Artigo 1O estudo constite o deber bsico do alumnado. Este deber estndese s seguintes obrigas:

    1. Asistir clase e participar nas actividades orientadas ao desenvolvemento dos plans de es-tudos.

    2. Cumprir e respectar os horarios aprobados para o desenvolvemento das actividades do cen-tro.

    3. Seguir as orientacins do profesorado respecto da sa aprendizaxe e mostrarlle o debido res-pecto.

    4. Respectar o exercicio do dereito ao estudo dos seus compaeiros.

    Artigo 2Constite un deber do alumnado o respecto s normas de convivencia dentro do centro. Este deber

    concretarase nas seguintes obrigas:

    1. Respectar a liberdade de conciencia e as conviccins relixiosas e morais, as como a dignida-de, integridade e intimidade de todos os membros da comunidade educativa.

    2. Non discriminar a ningn membro da comunidade educativa por razn de nacemento, raza, sexo, ensinanzas que curse ou calquera outra circunstancia persoal ou social.

    3. Respectar o carcter propio do centro e o seu proxecto educativo de acordo lexislacin vi-xente.

    4. Coidar e utilizar correctamente os bens mobles, as instalacins do centro e as ferramentas destinadas sa aprendizaxe responsabilizndose do seu bo estado e limpeza.

    5. Respectar as pertenzas dos outros membros da comunidade educativa.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    6. Usar as papeleiras tanto interiores como exteriores e manter libre de lixo os locais e zonas de traballo e recreo.

    7. Utilizar de forma correcta os espazos do centro atndose en todo momento s normas que os regulen.

    8. Aterse s normas establecidas polos organizadores das actividades extraescolares e mostrar bo comportamento nas mesmas.

    9. Participar na vida e funcionamento do centro.

    Seccin 3 Delegado/a de curso e xunta de delegados/as

    Artigo 1O proceso de eleccin de delegado ou delegada farase en funcin dos intereses do centro. O prazo

    para a eleccin ser o mes de outubro. Ata que esta se produza, a titora nomear, no caso de que sexa nece-sario para algunha reunin, un alumno ou alumna que represente o curso para ese caso.

    Artigo 2Cada grupo de alumnado elixir, por sufraxio directo, secreto e non delegable o delegado/a de grupo,

    que formar parte da xunta de delegados e delegadas. Elixirase tamn un subdelegado/a, que substituir o de-legado/a en caso de ausencia ou enfermidade e apoiarao nas sas funcins

    A eleccin de delegado/a e subdelegado/a en cada grupo realizarase entre as candidaturas presentadas. No caso de non haber candidaturas, realizarase unha votacin considerando candidatos/as a todos os membros do grupo. De ser necesario, realizaranse sucesivas vota-cins descartando as candidaturas votadas, ata que unha deles acade a maiora absoluta.

    As eleccins de delegados/as e subdelegados/as, as como a do delegado/a que presidir a xunta de delegados e delegadas, sern convocadas pola xefatura de estudos, e organizadas por esta en colaboracin coas titoras dos grupos e os representantes do alumnado no Con-sello Escolar.

    A designacin dos delegados e delegadas, subdelegados/as e delegado/a presidente da xunta de delegados e delegadas poder ser revogada, logo do informe razoado dirixido titora, pola maiora absoluta do alumnado do grupo que os elixiron. Neste caso, procederase con-vocatoria de novas eleccins nun prazo de quince das e de acordo co establecido no aparta-do anterior.

    Artigo 3O delegado ou delegada , subdelegado ou subdelegada poder ser cesado do seu cargo pola direccin

    por acumulacin de tres faltas s normas de convivencia no centro, ou incumprimento das sas funcins Nese caso ser o subdelegado/a quen asumir o cargo. No caso de ocorrer o mesmo co subdelegado, convo-caranse eleccins no prazo de 15 dias.

    Artigo 4O delegado ou delegada poder dimitir dos seus cargos mediante un escrito, no que se expoan as

    causas e razns que orixinan a sa dimisin, dirixido a direccin

    A direccin, despois de consultar coa titora do grupo e coa xefatura de estudos, poder admitir ou non a dimisin No caso de admitila debern ser convocadas eleccins no prazo de 15 dias.

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    Artigo 5Corresponde s delegacins de grupo:

    Asistir s reunins da xunta de delegados e participar nas sas deliberacins

    Expoer ao profesorado, titora, xefatura de estudos e direccin as suxestins e reclamacins do grupo o que representan.

    Fomentar a convivencia entre o alumnado do seu grupo.

    Colaborar co profesorado e co equipo directivo do instituto para o seu bo funcionamento.

    Coidar da adecuada utilizacin do material e das instalacins do instituto e en especial da aula asignada ao grupo, comunicando ao equipo directivo ou titora os desperfectos que se pro-duzan e, se o caso, os responsables deles.

    Avisar en Direccin da falta de profesor ou profesor de garda.

    Artigo 6Os delegados non podern ser sancionados polo exercicio das sas funcins como voceiros do

    alumnado, nos termos da normativa vixente.

    Artigo 7Constituirase unha xunta de delegados e delegadas integrada polos representantes do alumnado dos

    distintos grupos e polos representantes do Consello Escolar.

    Artigo 8A xunta de delegados e delegadas estar presidida por un dos seus membros elixido entre os seus

    compoentes.

    Artigo 9 competencia do delegado que preside a xunta:

    1. Convocar as reunins que se precisen.

    2. Presidir as reunins e coordinar as mesmas

    3. Responsabilizarse de que se levante acta das reunins

    4. Facer chegar as propostas da xunta de delegados aos distintos rganos de direccin ou de coordinacin didctica do centro.

    Artigo 10A xunta de delegados e delegadas poder reunirse en pleno ou, cando a natureza dos problemas o

    faga mis conveniente, en comisins que renan os delegados e delegadas dun curso ou dunha das etapas educativas que se impartan no instituto, logo do coecemento do director ou directora ou membro do equi-po directivo presente neses momentos, e sen que isto implique alteracin no normal desenvolvemento das actividades docentes. Para isto procurarase que estas reunins coincidan, polo menos en parte, co recreo ou outras horas de descanso. Cando o carcter urxente dos asuntos a tratar as o requira poder reunirse a xunta de delegados coincidindo con actividades lectivas.

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    Sempre que se realice unha reunin da xunta de delegados dbese solicitar xefatura de estudos ou membro do equipo directivo presente nese momento, un local para a celebracin de dita reunin, no caso de que non dispoan dun xa especfico.

    Artigo 11A xunta de delegados ter as seguintes funcins:

    1. Elevar ao equipo directivo propostas para a elaboracin do proxecto educativo do instituto por iniciativa propia ou por peticin daquel.

    2. Informar aos representantes do alumnado no Consello Escolar dos problemas de cada grupo ou curso.

    3. Recibir informacin dos representantes do alumnado no Consello Escolar sobre os temas tratados nel, e das confederacins, federacins estudants e organizacins xuvens legalmente constitudas.

    4. Elaborar informes para o Consello Escolar por iniciativa propia ou por peticin deste.

    5. Elaborar propostas de modificacin do regulamento de rxime interior, dentro do mbito da sa competencia.

    6. Informar ao alumnado do centro das actividades da xunta de delegados.

    7. Formular propostas xefatura de estudos para a elaboracin dos horarios e s xefaturas de departamento de actividades complementarias e extraescolares para a organizacin das mes-mas.

    8. Debater os asuntos que vaia tratar o Consello Escolar no mbito da sa competencia e elevar propostas de resolucin aos seus representantes nel.

    Artigo 12Cando o solicite, a xunta de delegados, en pleno ou en comisin, deber ser oda polos rganos de

    goberno do instituto, nos asuntos que, pola sa ndole, requiran a sa audiencia e, especialmente, no que se refire a:

    Celebracin de probas e exames.

    Establecemento e desenvolvemento de actividades culturais e deportivas no instituto.

    Presentacin de alegacins de reclamacins nos casos de abandono ou incumprimento das ta-refas educativas por parte dalgn membro do equipo docente do instituto.

    Libros e material didctico que sexa obrigatorio utilizar no instituto.

    Outras actuacins e decisins que afecten de modo especfico ao alumnado.

    Artigo 13Sempre que se realice unha reunin da xunta de delegados dbese solicitar xefatura de estudos ou

    membro do equipo directivo presente nese momento, un local para a celebracin de dita reunin, no caso de que non dispoan dun xa especfico. A xunta de delegados reunirase preferentemente no saln de actos do

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    instituto, e de non ser posible, a xefatura de estudos asignar outro espazo. Asemade o centro proporcionara-lle os medios materiais necesarios para o seu correcto funcionamento.

    Seccin 4 Normas e deberes do alumnado

    Artigo 1 Normas referidas ao estudoO estudo constite o deber bsico do alumnado. Este deber desenvlvese nas seguintes obrigas:

    Asistir clase e participar nas actividades orientadas ao desenvolvemento dos plans de es-tudos.

    Cumprir e respectar os horarios aprobados para o desenvolvemento das actividades do cen-tro.

    Seguir as orientacins do profesorado respecto da sa aprendizaxe e mostrarlle o debido res-pecto.

    Respectar o exercicio do dereito o estudo dos seus compaeiros.

    Artigo 2 Normas de convivenciaConstite un deber do alumnado o respecto as normas de convivencia dentro do centro. Este deber

    concretarase nas seguintes obrigas:

    Respectar a liberdade de conciencia e as conviccins relixiosas e morais, as como a dignida-de, integridade e intimidade de todos os membros da comunidade educativa.

    Non discriminar a ningn membro da comunidade educativa por razn de nacemento, raza, sexo, ensinanzas que curse ou calquera outra circunstancia persoal ou social.

    Respectar o carcter propio do centro e o seu proxecto educativo de acordo a lexislacin vi-xente.

    Coidar e utilizar correctamente os bens mobles, as instalacins do centro e as ferramentas destinadas sa aprendizaxe responsabilizndose do seu bo estado e limpeza.

    Respectar as pertenzas dos outros membros da comunidade educativa.

    Usar as papeleiras tanto interiores como exteriores e manter libre de lixo os locais e zonas de traballo e recreo.

    Utilizar de forma correcta os espazos do centro atndose en todo momento s normas que os regulen.

    Aterse s normas establecidas polos organizadores das actividades extraescolares e mostrar bo comportamento nas mesmas.

    Asistir a todos os perodos lectivos, ags causas xustificadas.

    Todas as faltas sern xustificadas documentalmente ante o titor ou titora,no prazo mximo de sete dias desde a incorporacin do alumno s clases.

    As familias recibirn informacin inmediata das faltas de asistencia dos alumnos e alumnas.1 0

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    Cando se trate de alumnos da ESO, a existencia de seis horas de faltas sen xustificar determi-na a obrigatoriedade da familia de entrevistarse co titor/titora ,. A familia deber explicar e mesmo documentar a ausencia.

    O alumnado da ESO est obrigado a permanecer no recinto escolar durante todo o perodo lectivo, non podendo abandonalo baixo ningn concepto, ags cando se trate de actividades organizadas desde o centro ou sexa a propia familia quen o solicite, en casos extraordinarios e debidamente xustificados.

    Artigo 3 Normas referidas s dependencias do centroDentro dos edificios preciso respectar as normas correspondentes funcionamento de cada un dos

    espazos:

    Os corredores e escaleiras son zonas de paso , non se pode permanecer neles nin empregalos como lugar de xogo ou lecer, polo que non se pode correr por eles, dar berros ou manter calquera outro comportamento desaxeitado.

    Durante os perodos de lecer, non se pode permanecer nas aulas, ags cando estean acom-paados por un profesor, quen asumir a responsabilidade das actividades que se leven a cabo.

    Ante a ausencia de un profesor debern permanecer na aula, sen sar s corredores, ata que chegue o profesor de garda correspondente que asumir a responsabilidade do grupo e dar as indicacins que sexan pertinentes.

    Durante os perodos lectivos, os alumnos de E.S.O. non podern permanecer no patio, na cafetera nin no contorno do centro do centro escolar.

    Os alumnos teen terminantemente prohibido acceder aos departamentos e/ou seminarios nin sala de profesores, sen a compaa dun profesor responsable.

    Os alumnos e o profesor de ltima hora da ma teen a obriga de apagar as luces e pechar as fiestras.

    Os alumnos colocaranse principio de curso por orde alfabtica salvo que algn tea al-gunha discapacidade que aconselle unha ubicacin diferente, ou que o profesor prefira outra colocacin na sa hora de clase, voltando sa colocacin orixinal ao remate da clase.

    Artigo 4 Normas referidas conservacin e limpeza do centro.Non est permitido comer fra da cafetera ou fra dos patios onde se mantern tdolos espazos

    limpos, non botando ao chan papeis, botes de aluminio ou vidro que sern depositados nos contedores co-rrespondentes. Ser unha falta grave botar lixo ao chan ou en calquera sitio que non sexa as papeleiras.

    Artigo 5 Normas referidas conservacin e orde das aulas.Os alumnos teen a obriga de manter as aulas no estado e orde no que as recibiron ao principio do

    curso. Para elo levantarase por parte dos titores xunto cos alumnos un acta do estado no que se atopa a clase, sendo responsables estes de calquera deterioro que se produza, asumindo individualmente ou en grupo os gastos de reparacin. Durante todo o curso deben manterse as cadeira e mesas en orde, no caso de que algn profesor considerase necesario cambiar a orde na sa clase, ter que volvelas ao seu lugar orixinal antes de que remate a clase.

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    Artigo 6 Normas referidas a comportamentos agresivos verbais e/ou fsicos.A relacin e a convivencia no centro deber axustarse s normas de convivencia pacficas e demo-

    crticas e estarn rexidas polo respecto e a tolerancia.

    Calquera agresin fsica e/ ou verbal, falta de respecto entre os iguais ou referidas profesorado ser tratada na aula de convivencia e procederase de acordo con este documento.

    Artigo 7 Normas referidas ao uso de ordenadores e das redes LAN ou Wifi:Os ordenadores e as redes LAN ou WIFI do Instituto teen unha finalidade exclusivamente educati-

    va. Est, por tanto, totalmente prohibido facer uso dos ordenadores do centro sen a presenza dun profesor encargado, sendo considerada unha falta grave visionar, descargar ou subir rede contidos sexistas, xenfo-bos, violentos ou calquera outro contido inadecuado para o seu uso educativo.

    Artigo 8 Normas referidas ao uso de telfonos mbiles e outros aparellos electrni-cos.Durante os perodos lectivos, est prohibido manter operativos os telfonos mbiles e outros apare-

    llos electrnicos. En casos de incumprimento o alumno ser remitido aula de convivencia, na que se lle reti-rar o telfono mbil ( que s ser recuperado polo pai ou a nai ) e seguir o procedemento habitual.

    Seccin 5 FALTAS, SANCINS E GARANTAS PROCEDEMENTAIS

    Artigo 1 GarantasAs correccins que se apliquen tern un carcter educativo e recuperador, garantndose o respecto e

    os dereitos do resto do alumnado e procurando a mellora das relacins entre todos os membros da comuni-dade educativa. Nas correccins terase en conta:

    Os incumprimentos das normas de convivencia valoraranse considerando as situacins per-soais de cada alumno ou alumna.

    Ningn alumno ou alumna poder ser privado do exercicio do seu dereito a educacin nin, no caso da ESO, do seu dereito escolarizacin

    Non podern impoerse sancins contrarias integridade fsica e dignidade persoal do alumnado.

    As correccins sern proporcionais conduta do alumno ou alumna e deber contribur mellora do proceso educativo.

    Terase en conta a idade do alumno ou alumna no momento de decidir a sa incoacin ou sobresemento como a efectos de graduar a aplicacin de sancins cando proceda.

    Teranse en conta as circunstancias persoais, familiares ou sociais do alumno ou alumna antes de resolver o procedemento corrector.

    Artigo 2 ResponsabilidadesOs alumnos e alumnas que individual ou colectivamente causen danos de forma intencionada ou por

    neglixencia nas instalacins do centro ou no seu material, quedan obrigados a reparar o dano causado ou fa-cerse cargo do custo econmico da sa reparacin Igualmente os alumnos e alumnas que subtraian bens do centro deberan restitur o subtraido En todo caso os pais e nais ou representantes legais dos alumnos e alum-nas sern responsables civs nos termos previstos nas leis.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Artigo 3 GradacinA efectos de gradacin das correccins:

    Consideraranse circunstancias paliativas:

    1. O recoecemento espontneo da sa conduta incorrecta.

    2. A falta de intencionalidade.

    Consideraranse circunstancias acentuantes:

    3. A premeditacin e a reiteracin

    4. Causar dano, inxuria ou ofensa aos compaeiros de menor idade e aos recn incorpora-dos ao centro.

    Artigo 4 AlcancePodern corrixirse, de acordo o disposto neste Regulamento, os actos contrarios s normas de convi-

    vencia no centro, realizadas por alumnos ou alumnas no recinto escolar ou durante a realizacin de activida-des complementarias e extraescolares. Igualmente podern corrixirse as actuacins do alumnado que, anda que realizadas fra do recinto escolar, estean motivadas ou directamente relacionadas coa vida escolar e afec-ten aos seus compaeiros ou a outros membros da comunidade educativa.

    Artigo 5 Condutas contrarias s normas de convivenciaSon condutas contrarias s normas de convivencia no centro:

    As reiteradas faltas inxustificadas de puntualidade.

    As faltas inxustificadas de asistencia clase.

    O abandono inxustificado do centro en horas lectivas.

    O consumo dentro do centro, de alcohol, tabaco ou calquera outra substancia prohibida pola lexislacin vixente.

    Molestar con rudos, gritos, carreiras, charlas, inadecuado comportamento ou outras mani-festacins que perturben o desenvolvemento da actividade docente inclundo as extraescola-res e complementarias.

    A utilizacin de calquera tipo de aparatos electrnicos de reproducin de son e imaxe ou de telecomunicacins

    A realizacin de pintadas en paredes ou mobiliario, as como tirar ao chan papeis o desperdi-cios.

    O deterioro non grave do material e instalacins de forma intencionada ou por neglixencia.

    A prctica de calquera xogo de azar.

    O deterioro ou a substraccin de pertenzas do centro ou de calquera membro da comunida-de educativa.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Calquera outra conduta que atente contra comportamentos cvicos.

    Artigo 6 Condutas gravemente prexudiciais para a convivenciaSon condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centro:

    1. Os actos de indisciplina, inxuria ou ofensas graves contra os membros da comunidade edu-cativa.

    2. A reiteracin, nun mesmo curso escolar, de condutas contrarias s normas de convivencia no centro.

    3. A agresin grave, fsica ou moral, contra os demais membros da comunidade educativa ou a discriminacin grave por calquera das razns enumeradas no deste Regulamento.

    4. A suplantacin da personalidade en actos da vida docente e a falsificacin ou apropiacin de documentos acadmicos.

    5. Os danos graves causados por uso indebido ou intencionadamente nos locais, materiais ou documentos do centro ou os bens dos outros membros da comunidade educativa.

    6. Os actos inxustificados que perturben gravemente o normal desenvolvemento das activida-des do centro, inclundo as actividades complementarias e extraescolares.

    7. As actuacins prexudiciais para a sade e a integridade persoal dos membros da comunidade educativa, ou incitacin as mesmas.

    8. O incumprimento das sancins impostas.

    Artigo 7 Sancins s condutas contrarias s normas de convivencia no centroAs condutas contrarias s normas de convivencia no centro podern ser corrixidas cubrindo un parte

    vermello por parte do profesor e enviando ao alumno ou alumna aula de convivencia. Al o profesor de garda, escoitar alumno, que cubrir a sa versin dos feitos e logo dunha breve reflexin far unha pro-posta de solucin do problema.

    As acumulacins de condutas contrarias s normas de convivencia no centro (tres ou mis), ou a es-pecial gravidade dalgunha delas, podern ser corrixidas con:

    Realizacin de tarefas que contriban mellora e desenvolvemento das actividades do centro ou, se procede, dirixidas a reparar o dano causado nas instalacins ou material do centro e as pertenzas doutros membros da comunidade educativa.

    Suspensin do dereito a participar nas actividades extraescolares ou complementarias do centro.

    Cambio de grupo do alumno ou alumna.

    Suspensin do dereito de asistencia a determinadas clases e permanencia na Aula de Convi-vencia por un prazo mximo de tres das. Durante o tempo que dure a suspensin, o alumno ou alumna deber realizar os deberes ou traballos que se determinen, estando permanente-mente atendido polos profesores de garda de Convivencia, para evitar a interrupcin no proce-so formativo.

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    Suspensin do dereito de asistencia a todas as clases e permanencia na Aula de Convivencia por un prazo mximo de tres das. Durante o tempo que dure a suspensin, o alumno ou alumna deber realizar os deberes ou traballos que se determinen, estando permanentemente atendido polos profesores de garda de Convivencia para evitar a interrupcin no proceso for-mativo.

    Suspensin do dereito de asistencia ao centro por un prazo mximo de tres das lectivos. Du-rante o tempo que dure a suspensin, o alumno ou alumna deber realizar os deberes ou tra-ballos que se determinen para evitar a interrupcin no proceso formativo.

    Apertura de expediente cando a gravidade dos feitos as o requira.

    Artigo 8 Competencias Sern competentes para analizar as faltas e propoer sancins previstas no artigo anterior:

    1. O equipo de profesores de Convivencia, coa participacin do titor ou titora e/ou o Profesora-do realizou o parte vermello, odo o alumno ou alumna nas sa reflexin escrita , tendo en conta todas as circunstancias far unha proposta de sancin se o caso Xefe de Estudos, de acordo coa normativa que figura no Plan de Convivencia do Centro

    2. A xefatura de estudos e a direccin, odo o informe do Equipo de Convivencia proceder a executar a sancin proposta si considera que axeitada.

    3. O titor / titora ter a obriga de comunicalo familia e coordinar os traballos que nas diferen-tes materias deba realizar o alumno durante o tempo que dure a sancin.

    Artigo 9 ReclamacinsO alumno ou alumna, ou os seus pais, nais ou representantes legais, podern presentar unha reclama-

    cin no prazo de corenta e oito horas contra as correccins impostas, ante o Director do centro ou ante o Delegado Provincial, a resolucin deste poer fin va administrativa.

    Artigo 10 Apertura de expedienteCando unha conduta se considere especialmente grave, deber abrirse un expediente segundo o pro-

    cedemento establecido na Lei de Dereitos e Deberes do alumno.

    1. A instrucin do expediente levarase a cabo por un profesor ou profesora do centro designa-do pola direccin. Dita incoacin comunicarase aos pais, titores ou representantes legais do alumno ou alumna.

    2. O alumno ou alumna e, no seu caso, os pais, titores ou representantes legais podern recusar o instrutor/a ante a direccin cando da sa conduta ou manifestacins poida inferirse falta de obxectividade na instrucin do expediente.

    3. Excepcionalmente, en calquera momento da instrucin, a direccin, por iniciativa propia ou por proposta do instrutor/a, poder adoptar medidas provisionais que poden consistir no cambio temporal de grupo ou na suspensin do dereito de asistencia ao centro ou a determi-nadas clases ou actividades por un perodo que non ser superior a cinco das. Estas medidas sern comunicadas o Consello Escolar.

    4. A instrucin do expediente deber acordarse nun prazo non superior a dez das, dende que se tivo coecemento dos feitos.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    5. Instrudo o expediente darase audiencia ao alumno ou alumna e, se menor de idade, ade-mais os seus pais, titores ou representantes legais, comunicndolles en todo caso as condutas que se lle imputan e as medidas de correccin que se propoen. O prazo de instrucin do expediente non deber exceder de sete das.

    6. Comunicarase ao servizo de inspeccin educativa o inicio do procedemento e manterase in-formado da tramitacin ata a sa resolucin

    7. A resolucin do procedemento deber producirse no prazo mximo dun mes dende a data do seu inicio e contra a resolucin da direccin poder interpoerse recurso de alzada segun-do a Lei de Procedemento Administrativo.

    Artigo 11 Sancins s condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centroAs condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centro podern corrixirse con:

    Realizacin de tarefas que contriban a reparacin dos danos causados, se procede, ou a me-llora e desenvolvemento das actividades do centro.

    Suspensin do dereito a participar nas actividades complementarias e extraescolares.

    Cambio de grupo.

    Suspensin do dereito de asistencia a determinadas clases por un perodo superior a cinco das e inferior a un mes. Durante o tempo que dure a suspensin, o alumno ou alumna debe-ra realizar os deberes ou traballos que se determinen para evitar a interrupcin no proceso formativo.

    Suspensin do dereito de asistencia o centro por un perodo superior a cinco das e inferior a un mes. Durante o tempo que dure a suspensin, o alumno ou alumna deber realizar os de-beres ou traballos que se determinen para evitar a interrupcin no proceso formativo.

    Cambio de centro.

    Artigo 12 PrescripcinAs condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centro prescribirn no prazo de catro

    meses, contados a partir da data de comisin As correccins impostas como consecuencia destas prescribirn finalizacin do curso escolar.

    Seccin 6 Faltas de asistencia clase.

    Artigo 1O absentismo escolar de modo reiterado pode provocar a imposibilidade da aplicacin correcta dos

    criterios xerais de avaliacin e a propia avaliacin continua.

    Artigo 2No ensino secundario a asistencia clase obrigatoria, polo tanto, as faltas deben ser xustificadas.

    No caso Bacharelato debern xustificarse as faltas de asistencia documentndoas se o caso, ou con comunicacin responsable dos pais /nais. Para isto poderase empregar :

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    Modelo oficial do centro que figura na axenda escolar a tal efecto , asinado polo pai, nai ou re-presentante legal do alumno ou alumna no caso de minora de idade deste

    Documento asinado e selado pola persoa ou entidade correspondente (mdico, organismo ofi-cial ou privado,...).

    No caso de non achegar xustificacin documental acompaando o modelo de xustificante da axen-da, ser o titor/a o encargado de aceptar ou non a xustificacin da falta. En todo caso, a aceptacin deste tipo de xustificacin sempre ser de forma extraordinaria.

    Artigo 3O profesor ou profesora debe garantir a posibilidade de recuperacin cando o nmero de faltas tea

    unha repercusin negativa que impida o normal progreso do alumno ou alumna. A forma de recuperacin e os sistemas extraordinarios de avaliacin deben estar establecidos no proxecto curricular da materia.

    No Bacharelato un alumno ou alumna poder ser sometido aos sistemas extraordinarios de avalia-cin previstos no proxecto curricular dunha materia, por non poder aplicarse os criterios xerais de avaliacin ou a avaliacin continua, cando as faltas inxustificadas de asistencia superen o 10 % do total das horas asig-nadas materia que faltou. Este cmputo terase en conta por curso.

    Cando o alumno ou alumna estea acadando o lmite de faltas para unha materia (6% do nmero de horas) ser advertido con apercibimento escrito do titor, (do que se conservar copia), da posible perda do dereito avaliacin continua de incorrer en mis faltas sen xustificar. Este apercibimento enviarase s pais no caso de alumnos e alumnas menores de idade. O titor deber controlar o n de faltas e comunicar ao profe-sor da materia na que o alumno pode perder o dereito a avaliacin continua.

    No caso de sobrepasar o lmite establecido para unha materia o titor enviara un segundo apercibi-mento indicando que o nmero de faltas fai imposible a aplicacin da avaliacin continua nas materias que se indican polo que o alumno ou alumna ser cualificado seguindo o mtodo extraordinario previsto na progra-macin para estes casos.

    Artigo 4Nos ciclos formativos a asistencia clase obrigatoria xa que a superacin dun mdulo implica ter

    recibido as horas de formacin terico-practica e o alumno ou alumna ten dereito a que se lle certifiquen ofi-cialmente.

    Por conseguinte, non se poder superar ningn mdulo profesional na avaliacin ordinaria cando o nmero de faltas de asistencia nese mdulo supere o mximo do 10% das horas totais de formacin de dito mdulo. Cando as sexa, o alumno ou alumna deber realizar as actividades de recuperacin do mdulo, pre-vistas no proxecto curricular do ciclo, e conseguir as capacidades terminais necesarias para a cualificacin po-sitiva. Esta porcentaxe poder ser inferior se as se establece no proxecto curricular do ciclo formativo, e o alumnado ten o dereito de coecela.

    Artigo 5Cando o alumno ou alumna alcance o lmite de faltas para unha materia ou mdulo de ciclos forma-

    tivo, ou estea prximo a alcanzalo, ser advertido con apercibimento escrito do titor, (do que se conservar copia), da posible perda do dereito avaliacin continua de incorrer en mis faltas sen xustificar. Este aperci-bimento enviarase aos pais no caso de alumnos e alumnas menores de idade. O titor tamn avisar o profe-sor da materia na que o alumno pode perder o dereito avaliacin continua.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    No caso de sobrepasar o lmite establecido para unha materia ou mdulo de ciclo formativo o titor enviar un segundo apercibimento indicando que o nmero de faltas fai imposible a aplicacin da avaliacin continua nas materias que se indican polo que o alumno ou alumna ser cualificado seguindo o mtodo ex-traordinario previsto na programacin para estes casos.

    Artigo 6Considranse faltas colectivas cando se ausente un 80% do alumnado dunha clase, o cal ser conside-

    rado como unha falta grave para os alumnos e alumnas ausentes inxustificadamente, entendndose tamn por isto que non hai razns de carcter xeral que xustifiquen a ausencia.

    Cando sexa coecida a ausencia dun profesor ou profesora e o curso non asista ao centro, esta falta ser estudada pola xefatura de estudos, o titor/a e o profesor/a de garda.

    Cando tendo asistido ao centro o curso se ausente sen facer caso ao profesor ou profesora de garda, considerarase como un acto de indisciplina.

    Artigo 7Cando o alumnado alegue razns de carcter xeral para non asistir clase (convocatoria de folga ou

    outras) estas deben ser comunicadas cando menos ao equipo directivo a travs da Xunta de Delegados e De-legadas.

    Artigo 8Ningn membro da comunidade educativa ou alleo a ela poder alterar o normal desenvolvemento

    das actividades docentes para facilitar informacin o alumnado. Utilizarase sempre a Xunta de Delegados e Delegadas para estas funcins, sendo o delegado ou delegada de curso o encargado de transmitir a informa-cin o alumnado do grupo.

    O delegado ou delegada do grupo entregar xefatura de estudos, ou ao membro do equipo directi-vo presente neses momentos, unha listaxe do alumnado do seu grupo que se ausentar das actividades lecti-vas.

    Artigo 9En ningn caso o alumnado menor de idade poder abandonar o centro.

    Seccin 7ACTIVIDADES EXTRAESCOLARES E COMPLEMENTARIASO departamento de actividades complementarias e extraescolares encargarase de promover, organi-

    zar e facilitar as actividades complementarias e extraescolares. Tern carcter de complementarias aquelas ac-tividades didcticas que se realizan co alumnado en horario lectivo e que, formando parte da programacin, teen carcter diferenciado polo momento, espazo ou recursos que utilizan; as cabe considerar os traballos de campo, conmemoracins e outras semellantes, sendo a participacin nas mesmas obrigatoria. Teen ca-rcter de extraescolares aquelas que, sendo organizadas polo centro e figurando na programacin xeral anual, aprobada polo Consello Escolar, se realizan fra de horario lectivo e nas que a participacin voluntaria; por exemplo-as visitas, traballos de campo, viaxes de estudio.

    O departamento de actividades complementarias e extraescolares encargarase de promover, organi-zar e facilitar este tipo de actividades. Este departamento estar integrado polo xefe ou xefa do mesmo e, para cada actividade concreta, polo profesorado e alumnado responsable da mesma. O xefe ou xefa do departa-mento de actividades complementarias e extraescolares ser o vicedirector ou vicedirectora nos centros onde exista este cargo; en caso contrario, desempear estas funcins un profesor ou profesora, preferentemente

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    con destino definitivo no centro, que designe o director ou directora por proposta do xefe ou xefa de estudi-os, oda a comisin de coordinacin pedagxica.

    A participacin do alumnado nas actividades extraescolares requirir autorizacin previa por escrito dos pais ou titores sempre que se desenvolvan fra do centro. No suposto de que esta non sexa outorgada, a direccin arbitrar a forma mis conveniente para atende-los alumnos que non participen nelas. Tanto as acti-vidades complementarias como as extraescolares deben respecta-los principios de non discriminacin e au-sencia de lucro. Non obstante o anterior, os instituto poder recibir aportacins de distintas institucins ou asociacins para a realizacin delas. Estas actividades non podern realizarse en detrimento das actividades inherentes currculo oficial. Estas actividades son propostas polos distintos departamentos do centro nas sas programacins e logo sern aprobadas polo Consello Escolar.

    No noso centro vn sendo habitual que se realicen bastantes actividades extraescolares e comple-mentarias tales como participacin en programas do concello, celebracin de xornadas culturais, intercambios con alumnos/as doutros pases, semana branca, viaxe de estudos, etc. Tanto unhas como outras supoen, sen dbida, un enriquecemento na formacin dos nosos alumnos. por iso que debera intentarse que estas actividades se leven a cabo do mellor modo posible: organizndose con tempo, cunha adecuada secuencia-cin, resultando interesantes e motivadoras e, ao mesmo tempo, interferindo o menos posible na actividade diaria realizada dentro do instituto. Por esta razn, acordouse en cursos pasados na CCP e no claustro que deberan coordinarse de forma que non haxa un exceso de actividades que afecte a un grupo determinado e procurando, ademais, non facelas coincidir con perodos de exames, especialmente na terceira avaliacin . As actuacins e propostas feitas desde o Departamento irn neste sentido, pero do que non cabe dbida de que para conseguir estes obxectivos necestase a colaboracin de todos.

    Artigo 1 NORMAS XERAIS1. As actividades complementarias e extraescolares programadas van dirixidas a todos os alum-

    nos/as do instituto, nos seus distintos niveis, ESO, PCPI, PDC, Bacharelato e Ciclos.

    2. Os alumnos e pais recibirn con tempo suficiente a informacin dos profesores/as que or-ganizan a actividade acerca do destino, duracin da mesma e obxectivos que se perseguen. Os pais recibirn dita informacin a travs da ficha de autorizacin que aparece na axenda escolar.

    3. A realizacin das actividades, e en especial as que tean lugar fra do Centro, comunicaranse a Vicedireccin, previa notificacin Xefatura de Estudos, polo menos con das semanas de antelacin. A Vicedireccin facilitar a sa realizacin a condicin de que sexan viables as da-tas, horarios, orzamentos e unha vez confirmadas polas institucins responsables. O profe-sor/a encargado cumprimentar a ficha de sada e recoller as autorizacins asinadas polas familias. Dous das antes da sa realizacin quedarn pechadas, estando abonadas polos alumnos e tendo o profesor/a organizador a lista final dos alumnos autorizados e non autori-zados para informar diso Vicedireccin e ao resto de profesores/as. En caso de incumpri-mento desta norma pode suspenderse a actividade.

    4. Todas as actividades deben estar na programacin dos departamentos ou da vicedireccin ou aprobadas polo Consello Escolar antes de realizarse.

    5. Ningn alumno poder facer unha sada sen a previa autorizacin.

    6. Como norma xeral acompaar os alumnos un profesor/a por cada 20 alumnos ou fraccin naquelas sadas de mis dun da de duracin. No caso alumnos con necesidades educativas especiais haber un profesor/a por cada 15 alumnos ou fraccin. Procurarase que en cada

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    sada vaian como mnimo dous profesores/as. Se o medio de transporte utilizado o auto-bs irn como mnimo dous profesores/as.

    7. Os alumnos costearn unha parte do importe da actividade e o transporte, anda que ningn alumno deixar de participar nunha actividade obrigatoria por motivos econmicos, pois nese caso o centro asumira o gasto.

    8. A porcentaxe mnima para que se realice unha actividade nun grupo do 75%, salvo activi-dades que afecten a s unha parte do grupo nas materias optativas.

    9. Se un grupo non realiza unha actividade programada sera conveniente deixar constancia por escrito do motivo que deu lugar suspensin da actividade. Se o motivo fose o non alcanzar a porcentaxe mnima e este feito produciuse nalgunha outra ocasin poderase aplicar un tra-tamento especial ao grupo se o profesor/a responsable da actividade, Xefatura de Estudos e a Vicedireccin considerseno oportuno.

    10. Por acordo da Comisin de Coordinacin Pedagxica e do Claustro, co fin de permitir o normal desenvolvemento das programacins de cada unha das materias do currculo, o mximo de actividades no curso acadmico para cada grupo ser, como norma xeral, para aquelas cunha duracin superior a un da unha, e nas dun s da ser de tres. Se as actividades para algn grupo superasen este nmero a CCP decidir sobre a conveniencia de realizalas.

    11. Procurarase que non se acumulen as actividades no terceiro trimestre e, salvo casos xustifica-dos, non se realizarn sadas durante o mes de xuo. No caso de segundo de Bacharelato, evitaranse especialmente as sadas no terceiro trimestre.

    12. Evitarase programar actividades extraescolares nas datas previstas para exames.

    13. As mesmo intentarase a non acumulacin de actividades nun da. para iso poerase na sala de profesores/as un calendario mensual das actividades programadas.

    14. A actividade lectiva anterior e posterior actividade complementaria ou extraescolar desen-volveranse con total normalidade.

    15. Os alumnos non participantes nunha actividade extraescolar deben acudir ao instituto e sern atendidos polos profesores/as correspondentes ou polos profesores/as de garda. Haber unha lista de devanditos alumnos.

    16. Os profesores/as acompaantes elixiranse preferentemente entre os que dean clase ao grupo e tean menor carga lectiva ese da, e debern deixar traballo para esas horas.

    Artigo 2 NORMAS ESPECFICAS PARA ACTIVIDADES FRA DO CENTRO1. Respectaranse todas as normas de convivencia e do regulamento de rxime interno..

    2. Repectaranse as leis do pas o que se viaxe.

    3. Cumpriranse todas as instrucins do profesorado encargado, das empresas de transporte, dos establecementos hoteleiros e dos lugares visitados.

    4. Respectaranse co mximo coidado todas instalacins e bens pblicos ou privados. Calquera desperfecto ocasionado ser responsabilidade do alumnado causante que asumir integra-mente o custo da reparacin.

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    5. Respectaranse escrupulosamente os horarios fixados para cada actividade. A falta de puntua-lidade ser considerada unha falta gravemente prexudicial cando impida a realizacin dunha actividade programada.

    6. O lugar de aloxamento e un lugar de descanso polo que se respectarn os horarios fixados polo profesorado encargado no que respecta silencio e comportamento axeitado. Calquera chamada de atencin por parte do profesorado ou dos responsables do establecemento con-levar as medidas disciplinarias oportunas.

    7. Est absolutamente prohibido o transporte ou consumo de alcol, tabaco ou calquera outra substancia estupefaciente ou ilegal. O infrinximento desta norma ser considerada unha con-duta gravemente prexudicial.

    8. Est prohbida a automedicacin sen autorizacin mdica.

    9. O comportamento xeral durante a actividade deber ser de respecto e interese, e deber estar acorde coa formulacin educativa no que estn enmarcadas as actividades extraescolares. Neste sentido sern consideradas condutas gravemente prexudiciais as actitudes violentas, ra-cistas ou sexistas.

    No caso das condutas gravemente prexudiciais ou do incumprimento reiterado das normas sinaladas o profesorado encargado porao en coecemento da direccin do centro quen tomar as medidas oportunas, debendo a familia asumir os gastos ocasionados pola viaxe de retorno no caso que as se estime.

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    TTULO II. RGANOS EDUCATIVOS ENCARGADOS DE DE-SENVOLVER O PLAN DE CONVIVENCIA

    Seccin 1 TITORAO titor ou titora a persoa que est mis preto do alumno en todos os aspectos non s os acadmi-

    cos.

    Cada titor, con cada grupo de alumnos, dispor dun espazo e dun material, do cal se fan responsa-bles. O titor comprobar ao inicio do curso o bo estado de todos os elementos e materiais da aula-grupo, e organizar segundo criterios cooperativos a adecuacin da mesma , que fagan do espazo un lugar propio, es-timulando as o seu coidado e hixiene.

    Todos os titores debern dispoer dunha hora semanal coincidente co resto dos titores do seu nivel e/ou etapa a fin de coordinar actuacins e desenvolver de xeito comn as actividades do Plan de Accin tito-rial.

    Artigo 1 FUNCINS DO TITOR O titor ou titora a persoa que deber individualizar todas e cada unha das medidas tanto

    de convivencia como as de rendemento acadmico dos alumnos.

    Dar a coecer a todos os seus titorandos este plan de convivencia.

    Far un seguimento dos problemas, procurar a axuda precisa para desenvolver programas de mellora e consignar os progresos.

    Estar en contacto directo coas familias e co resto dos profesores que desenvolven a sa actuacin c mesmo grupo.

    Cando un alumno ou alumna sexa apercibido ou proposto para sancin polo equipo de convivencia, ser o encargado de comunicarllo s familias e constatar que esa informacin foi recibida.

    No caso de sancin, ser o encargado de coordinar as accins educativas e acadmicas do alumno, mentres estea privado da asistencia clase, solicitando dos profesores das demais materias, as actividades que deba realizar o alumno durante a sa ausencia.

    Deber estar atento s necesidades, motivacins, intereses e obxectivos do alumnado.

    Deber axudar ao alumnado para que estableza obxectivos persoais.

    Facilitar a toma de decisins con autonoma e responsabilidade persoal.

    Asumir o rol de gua persoal do alumno.

    Poder tomar titorandos ou titorandas especiais se fose preciso e estivese de acordo.

    Organizar actividades preventivas de acordo co equipo de profesores da aula de convivencia.

    Avaliar a efectividade das distintas medidas e actuacins.2 2

  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Artigo 2 TITOR PERSOALO Xefe de estudos, coa axuda do orientador/a, poder asignar un titor persoal a un alumno ( diferen-

    te do que titoriza ao resto do seu grupo ) que polas sas caractersticas ou en funcin de situacins extraordi-narias as o requira, sempre que o profesor o acepte voluntariamente e asuma o labor de axudar e o alumno estea de acordo.

    Artigo 3 TITOR ESPECIALO xefe de estudos, coa axuda da Orientadora, poder asignar un titor especial ( diferente do que tito-

    riza ao resto da sa aula ) a un grupo de alumnos que polas sas caractersticas ou en funcin de situacins extraordinarias as o requira, sempre que o profesor o acepte voluntariamente e asuma o labor de axudar e o grupo de alumnos estea de acordo.

    Seccin 2 AULA DE CONVIVENCIA

    Artigo 1 OBXECTIVOS Deber ser o eixo vertebrador da convivencia no centro.

    Manter un clima de convivencia positivo en todos os espazos escolares ( aulas, corredores, bi-blioteca, ximnasio, cafetera, patio.. etc )

    Xeneralizar o coecemento das normas de funcionamento e convivencia do centro e estable-cer mecanismos de control das mesmas.

    Crear espazos novos para aprender a resolver os conflitos desde unha perspectiva educativa e pacfica, reflexiva e dialogada.

    Fomentar a participacin dos alumnos no proceso educativo, de xeito activo e sentndose au-tores da sa propia historia, se ben sen abandonar principios solidarios e de respecto en rela-cin con iguais, con profesores e co contorno, os espazos e os materiais.

    Artigo 2 FUNCINSCumprir unha tripla funcin:

    Atender ao alumnado que por problemas conductuais non poida permanecer na aula.

    Derivar os casos atendidos a outras instancias do centro

    Facer de termmetro da conflitividade, xa que por ela pasarn todos os conflitos e poderanse estudar, tanto desde a perspectiva cualitativa como cuantitativa.

    Artigo 3 FUNCIONAMENTO XERAL. Haber un profesor ou profesora que coordinar todos os traballos da aula de convivencia.

    Todos os profesores da aula de convivencia sern convocados polo coordinador ou coordi-nadora a unha reunin que se celebrar unha vez cada mes, en condicins de normalidade, en situacin extraordinarias poder reunirse tantas veces como sexa preciso, a xuzo de cal-quera dos membros.

    Estar aberta todas as horas lectivas semanais , atendida polo profesorado que elixa realizar esta funcin nalgunha das sas gardas.

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  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Cando un alumno ou alumna sexa expulsado da sa clase, ir trasladado aula de conviven-cia portando un parte de incidencias que cubrir o profesor co cal se deu a expulsin.

    O profesor de garda, logo de ler o parte de incidencias, pedir ao alumno que escriba un par-te de explicacin do acontecido ( ficha de reflexin )

    O profesor de garda manter unha entrevista co alumno/a expulsado, e tratar de que retor-ne aula, logo de asinar un compromiso.

    No caso de non chegar a situacin de acordo que permita que o alumno/a expulsado poida volver sa aula, ser enviado a xefatura de estudos, que decidir se debe ir a ATI e por can-to tempo.

    Todas as fichas empregadas no proceso quedarn arquivadas nunha carpeta persoal por alumno.

    O profesor da aula rexistrar os pormenores do proceso no ordenador da aula de convivencia.

    O profesorado que atende a aula, informa aos titores/as e profesores/as implicados no caso do resultado da entrevista e a solucin adoptada nunha ficha informativa que se lle entregar persoalmente s implicados

    Esta informacin ser trasladada tamn s reunins dos equipos de convivencia.

    Seccin 3 ORIENTACINTrasladaranse al os casos que se consideren susceptibles de intervencin psicopedagxica.

    Esta poder ser:

    Artigo 1 Obradoiros paliativos-preventivos1. Por exemplo, habilidades sociais, relaxacin, tcnicas de estudo, que se desenvolvern dentro

    do horario escolar.

    2. Programa Individualizado de Modificacin de Conduta

    A cambio de gozar do estmulo (que ser estudado en cada caso e sempre de carcter escolar) deber comprometerse a manter unha conduta axeitada e un nivel de traballo aceptable. Para iso da-rselle un talonario con 5 cheques. Estes sern empregados para pagar cada vez que sufra unha amoestacin ou tea que asistir aula de convivencia ou ATI. Cando venza o prazo e non tea gastados os cheques disfrutar do estmulo e recibir unha comunicacin familia do seu correcto comportamento.

    Artigo 2 Orientacin acadmico-laboral.

    Artigo 3 Programas especficos de atencin diversidade1. Agrupamentos especficos ou P.C.I.P: dirixidos a alumnado con traxectoria escolar caracterizada

    por:

    Desmotivacin escolar

    Ter repetido curso e non mellorar o rendemento.

    2 4

  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Non respectar as normas de convivencia do centro.

    Absentismo escolar con risco de abandono.

    Tamn son funcins do orientador/orientadora coordinar as titoras en todos os aspectos do P.A.T, coordinar as titoras persoais , e especiais.

    Coordinacin do profesorado que participe na aula de convivencia.

    Coordinacin do profesorado participantes da A.T.I

    Seccin 4 ENCONTROS FAMILIA-ESCOLA Desenvolverase un Plan de Formacin e Colaboracin coas familias que ser coordinado polo De-

    partamento de Orientacin.

    Realizarase unha enquisa de intereses a fin de desenvolver unha xornadas de formacin e informa-cin de aspectos de carcter educativo relacionado cos seus fillos e fillas, e ter un lugar especial o coece-mento de este plan de convivencia

    Solicitarase das familias a colaboracin oportuna para desenvolvelo correctamente.

    Seccin 5 AULA DE TRABALLO INDIVIDUALIZADOEste aula ( ATI ), ser un espazo onde o profesorado de garda atender s persoas que coas seguintes

    caractersticas :

    Alumnos alumnas derivadas desde Xefatura de estudos por teren pasado varias veces pola aula de convivencia.

    Alumnos e alumnas expulsados de algunha materia ou varias, durante horas ou xornadas, ou sancionados por algunha razn das anteriormente expostas.

    FUNCIONAMENTO

    un lugar de traballo polo que se require un ambiente axeitado.

    preciso que o alumnado expulsado traballe na aula, para iso requrese que os profesores dos alum-nos afectados entreguen as actividades que deban ser realizadas, tendo en conta que o proceso educativo do alumno non debe ser paralizado e que a sa ausencia da aula non debe supoer unha perda de aprendizaxes escolares.

    O nmero de persoas atendidas nela non ser maior de seis, xa que se perdera o sentido da expul-sin e reforzarase a conduta negativa.

    Seccin 6 XEFATURA DE ESTUDOSO xefe ou xefa de estudos coordina toda unha gama de intervencins co alumnado e coas familias

    tendentes a lograr no Instituto un clima de ensino-aprendizaxe axeitado.

    Seccin 7 COMISIN DE CONVIVENCIASon os responsables da coordinacin de todas as medidas descritas neste documento.

    Estar formado por:2 5

  • R E G U L A M E N T O D E R X I M E I N T E R N O / P L A N D E C O N V I V E N C I A

    Titores da aula de Convivencia ou profesorado voluntario para atendelo, que contabilizarn esta hora dentro do seu horario

    Orientador/a

    Xefe/a de estudos

    Director/a

    Debern reunirse semanalmente a fin de facer un seguimento dos conflitos tratados na Aula de con-vivencia, a resolucin dos problemas e as reincidencias.

    Debern propoer actividades preventivas que sern presentadas polo grupo de traballo s titores e titoras.

    Levarn a cabo as funcins de avaliacin de todos casos e actividades do grupo.

    2 6

    TTULO I. DO ALUMNADO Seccin 1 Dereitos do alumnado Seccin 2 Deberes do alumnado Seccin 3 Delegado/a de curso e xunta de delegados/as Seccin 4 Normas e deberes do alumnado Artigo 1 Normas referidas ao estudo Artigo 2 Normas de convivencia Artigo 3 Normas referidas s dependencias do centro Artigo 4 Normas referidas conservacin e limpeza do centro. Artigo 5 Normas referidas conservacin e orde das aulas. Artigo 6 Normas referidas a comportamentos agresivos verbais e/ou fsicos. Artigo 7 Normas referidas ao uso de ordenadores e das redes LAN ou Wifi: Artigo 8 Normas referidas ao uso de telfonos mbiles e outros aparellos electrnicos.

    Seccin 5 FALTAS, SANCINS E GARANTAS PROCEDEMENTAIS Artigo 1 Garantas Artigo 2 Responsabilidades Artigo 3 Gradacin Artigo 4 Alcance Artigo 5 Condutas contrarias s normas de convivencia Artigo 6 Condutas gravemente prexudiciais para a convivencia Artigo 7 Sancins s condutas contrarias s normas de convivencia no centro Artigo 8 Competencias Artigo 9 Reclamacins Artigo 10 Apertura de expediente Artigo 11 Sancins s condutas gravemente prexudiciais para a convivencia no centro Artigo 12 Prescripcin

    Seccin 6 Faltas de asistencia clase. Seccin 7 ACTIVIDADES EXTRAESCOLARES E COMPLEMENTARIAS Artigo 1 NORMAS XERAIS Artigo 2 NORMAS ESPECFICAS PARA ACTIVIDADES FRA DO CENTRO

    TTULO II. RGANOS EDUCATIVOS ENCARGADOS DE DESENVOLVER O PLAN DE CONVIVENCIA Seccin 1 TITORA Artigo 1 FUNCINS DO TITOR Artigo 2 TITOR PERSOAL Artigo 3 TITOR ESPECIAL

    Seccin 2 AULA DE CONVIVENCIA Artigo 1 OBXECTIVOS Artigo 2 FUNCINS Artigo 3 FUNCIONAMENTO XERAL.

    Seccin 3 ORIENTACIN Artigo 1 Obradoiros paliativos-preventivos Artigo 2 Orientacin acadmico-laboral. Artigo 3 Programas especficos de atencin diversidade

    Seccin 4 ENCONTROS FAMILIA-ESCOLA Seccin 5 AULA DE TRABALLO INDIVIDUALIZADO Seccin 6 XEFATURA DE ESTUDOS Seccin 7 COMISIN DE CONVIVENCIA