Finan§as Essenciais

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Apostila Finanças Senai

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Federao das Indstrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG

Federao das Indstrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG

Nova Serrana2013Presidente da FIEMG

Olavo Machado JniorDiretor Regional do SENAI

Lcio Jos de Figueiredo SampaioGerente de Educao ProfissionalEdmar Fernando de Alcntara

Federao das Indstrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG

Servio Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAIDepartamento Regional de Minas Gerais

SENAI Geny Jos Ferreira Finanas EssenciaisOrganizao Kelle Cristina C.R. de OliveiraNova Serrana2013 2013. SENAI. Departamento Regional de Minas GeraisSENAI/MGSENAI Geny Jos FerreiraFicha CatalogrficaSENAIServio Nacional de Aprendizagem Industrial

Departamento Regional de Minas GeraisFIEMG Av. do Contorno, 4456Bairro Funcionrios

30110-916 Belo HorizonteMinas Gerais

Sumrio6Prefcio

7Apresentao

81 As Organizaes e suas Classificaes

81.1 Pelo Ramo de Atividade:

81.1.1 Setor Primrio

91.1.2 Setor Secundrio

111.1.3 Setor Tercirio

121.2 Quanto Forma

131.3 Pelo Nmero de Proprietrios (Constituio)

131.4 Quanto ao Tamanho (Porte)

141.5 Pela Nacionalidade

141.6 Quanto Finalidade (Fim)

162 Noes Bsica dos Principais Documentos Financeiros e Tributos

162.1 Cheque

172.2 Border

192.3 Depsito Bancrio

192.4 Recibo

202.5 Cupom Fiscal

212.6 Notas Fiscais

222.7 Boletos (Duplicatas) ou Notas Promissrias

232.8 Guias de Tributos

242.9 Conceitos e Definies

242.9.1 Receita

242.9.2 Despesa

252.9.3 Patrimnio

252.9.4 Impostos

252.9.5 Alquota

252.9.6 Os principais impostos incidentes no Brasil

31Referncias

PrefcioMuda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento.

Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informao exige mudanas profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produo, coleta, disseminao e uso da informao.

O SENAI, maior rede privada de educao profissional do pas, sabe disso, e ,consciente do seu papel formativo , educa o trabalhador sob a gide do conceito da competncia: formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resoluo de problemas, com conhecimentos tcnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e conscincia da necessidade de educao continuada.

Vivemos numa sociedade da informao. O conhecimento, na sua rea tecnolgica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualizao se faz necessria. Para o SENAI, cuidar do seu acervo bibliogrfico, da sua infovia, da conexo de suas escolas rede mundial de informaes internet- to importante quanto zelar pela produo de material didtico.

Isto porque, nos embates dirios, instrutores e alunos, nas diversas oficinas e laboratrios do SENAI, fazem com que as informaes, contidas nos materiais didticos, tomem sentido e se concretizem em mltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja, por meio dos diversos materiais didticos, aguar a sua curiosidade, responder s suas demandas de informaes e construir links entre os diversos conhecimentos, to importantes para sua formao continuada !

Gerncia de Educao ProfissionalApresentao O Sublime Tesouro, uma lenda que diz que ... ... a cada manh acordamos com um saldo de R$ 86.400,00 em conta corrente, s que no permitido transferir o saldo restante para o dia seguinte, ou seja, ele zerado todas as noites, caso no tenhamos o utilizado no decorrer do dia. O que fazer? Provavelmente gastar cada centavo durante o dia mesmo. Todos ns somos clientes deste banco; ele se chama Tempo.

Todas as manhs, na verdade, nos so creditados 86.400 segundos, e todas as noites, o saldo restante debitado como perda. O relgio vai correndo, correndo, correndo; a conta j foi reiniciada. Precisamos fazer o melhor para os nossos dias.

Para percebermos o valor de um ano, precisamos perguntar para um estudante que repetiu de ano. Para reconhecermos o valor de um ms, precisamos questionar uma me que teve um filho prematuro. Para identificarmos o real valor de uma semana, devemos interrogar um editor de jornal (semanal). Para conhecermos o valor de uma hora, perguntemos aos namorados que esperam para se reencontrar. Para notarmos o valor de um minuto, uma pessoa que perdeu o trem a mais apropriada para nos explicar. Para um segundo, s quem j evitou um acidente. Para percebermos o valor de um mili segundo, perguntemos a algum que ganhou a medalha de prata nas Olimpadas! Se vocs esto aqui, porque: ontem histria; o amanh um mistrio e HOJE uma ddiva chamada Presente! Que possamos fazer de nossas convivncias, trocas de conhecimentos e mais ... uma grande oportunidade em nossas vidas! Sejam bem-vindos a disciplina de FINANAS ESSENCIAIS, um contedo integrante do desenvolvimento profissional que vocs escolheram!!!1 As Organizaes e suas Classificaes

As organizaes so entidades existentes para produzir bens ou servios, muitos que precisamos para viver, ou seja, que atendam nossas necessidades e at nossos desejos. Podemos consider-las a ordenao e o agrupamento de recursos (humanos, materiais, financeiros) e atividades, visando o alcance de objetivos e resultados pr-estabelecidos, o que se constitui em uma estrutura organizacional = conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicaes, decises das unidades organizacionais da empresa (setores). Tratam-se das chamadas pessoas jurdicas inseridas em trs mbitos ou setores: o primeiro (poder pblico - algumas universidades, as prefeituras, as autarquia: INSS e outras, etc), o segundo (poder privado - empresas comerciais ou as prestadoras de servios, indstrias) e o terceiro (organizaes no-governamentais = instituies com preocupaes e prticas sociais, sem fins lucrativos). De acordo com outros parmetros analisados, podem classificar-se:

1.1 Pelo Ramo de Atividade:

1.1.1 Setor PrimrioSegmentos da economia que extraem e disponibilizam matrias-primas, como por exemplo: a agricultura, a pecuria, a pesca e o extrativismo mineral. um grande setor em pases subdesenvolvidos: na frica, a maioria dos pases tem suas populaes vivendo de agricultura de subsistncia. Em pases desenvolvidos, a agricultura tornou-se mais desenvolvida tecnologicamente, mecanizando suas fazendas, ao contrrio de tcnicas rudimentares manuseadas manualmente.

Por exemplo, nos Estados Unidos, o milho plantado com tratores, que tambm espalham os defensivos, cortam-no e o embalam, sem contato com a mo humana. Isso prova que, quanto mais uma economia desenvolvida , maior o investimento em novas tecnologias para sua expanso. Estes avanos em investimentos e novas tecnologias permitem ao setor primrio cada vez menos contar com menos mo-de-obra, permitindo a estes pases contarem com percentuais cada vez menores de pessoas empregadas neste setor, tendo um grande percentual nos setores secundrio e tercirio.

Mesmo em pases subdesenvolvidos, a agricultura tem papel importante em seu desenvolvimento. Com a melhoria de seus sistemas de sade, a expectativa de vida melhora; melhora tambm sua qualidade. Alm disso, aumenta sua renda per capita, fazendo com que as pessoas consumam mais, aumentando a demanda por alimentos.

Muitos estudiosos encaram o futuro da agricultura contando cada vez menos com mo-de-obra: a que restar, vai ser altamente especializada para o manuseio de grandes mquinas. Isso depende de toda a sociedade voltada para a busca do conhecimento, pois o aumento do nvel educacional faz com

que os responsveis pelo Setor Primrio voltem seus investimentos para os locais certos, fazendo com que sejam tomadas as melhores decises e sejam empregadas as tcnicas corretas para o beneficio do prprio agricultor.

No Brasil, o Setor Primrio comea a desenvolver nas regies Centro-Oeste, Sul e Sudeste: nas plantaes de soja, milho e cana-de-acar so usadas muitas mquinas, e a especializao tem que ser grande para oper-las. Nas regies Norte e Nordeste (principalmente), ainda h o predomnio de agricultura de subsistncia, para baixos ndices de produo e, muitas vezes, com altos nveis de desperdcio d e alimentos na hora da comercializao.1.1.2 Setor Secundrio

Empresas pertencentes aos setores da economia que transformam os produtos, geralmente do setor primrio, em bens de consumo (alimentcios, vesturio, automveis) ou de produo (matrias-primas qumicas ou plsticas, componentes eltricos ou eletrnicos, outros). Sendo assim, as produtoras de bens de consumo servem aos consumidores finais, enquanto as empresas que produzem os de produo geralmente so fornecedoras. Este setor geralmente pega os produtos provindos do Setor Primrio e os transformam, ao ponto de servirem para serem usados para outros negcios, exportados ou para serem consumidos por consumidores domsticos. dividida em indstria leve ou pesada. Muitas destas indstrias consomem enormes quantidades de energia, pois requerem maquinaria pesada para converterem materiais brutos em produtos acabados. Tambm produzem muito resduos, que podem ser txicos e causar danos ao meio ambiente. Muitos economistas dizem que o bem estar da produo a ligao entre este e o setor de servios, que tem que estar bem tambm para consumir os produtos fabricados.

O setor Secundrio tambm muito importante para promover o acrscimo da economia em pases em desenvolvimento. Em pases desenvolvidos, fundamental para o ser, uma fonte de bons empregos, e tambm por facilitar grande mobilidade social para sucessivas geraes.Suas principais